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	<title>São Paulo Abandonada &#38; Antiga &#187; Artigos</title>
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		<title>Entrevista: Camila Giudice</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 15:50:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Nos anos que sucederam a Revolução Constitucionalista de 1932, era muito comum a expressão artística deste combate através de pinturas. Era uma época em que o país tinha uma grande número de artistas plásticos produzindo a mais refinada arte nacional. Muitos destes artistas dedicavam seu talento para expressar também o orgulho paulista, personalizando especialmente os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos anos que sucederam a Revolução Constitucionalista de 1932, era muito comum a expressão artística deste combate através de pinturas. Era uma época em que o país tinha uma grande número de artistas plásticos produzindo a mais refinada arte nacional. Muitos destes artistas dedicavam seu talento para expressar também o orgulho paulista, personalizando especialmente os grandes heróis de 1932:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3278" title="Crédito: Camila Giudice" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/32_camilagiudice.jpg" alt="" width="418" height="500" /></p>
<p>Esta manifestação artística foi muito presente no cotidiano principalmente entre os anos de 1932, quando eclodiu o combate, até 1954 quando a cidade de São Paulo celebrou seu IV Centenário. Neste período, não era raro encontrarmos pinturas pró São Paulo em quadros, paredes, cartazes, pratos de decoração e azulejos. Após esta período este tipo de arte começou a declinar lentamente até praticamente desaparecer.</p>
<p>Mas quem pensa que pintar os heróis paulistas e orgulho revolucionário ficou pelo tempo engana-se. Em São Paulo uma jovem e talentosa artista plástica está destacando-se justamente por seu trabalho especialmente dedicado ao 9 de julho e a Revolução de 1932, seu nome é <strong>Camila Giudice</strong>.</p>
<div id="attachment_3277" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/camilagiudice_01.jpg"><img class="size-full wp-image-3277" title="Crédito: Douglas Nascimento" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/camilagiudice_01x.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Camila Giudice (clique na imagem para ampliar)</p></div>
<p>Conheça um pouco mais de sua obra nesta pequena entrevista:</p>
<p><strong>SPa: O levou você a iniciar este trabalho de retratar a Revolução de  1932 ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> O fato de meu avô ter sido um combatente me influenciou muito. E também a paixão por um ideal que eles tinham naquela época e que hoje já não existe mais. Era uma forte chama acesa. Alia-se também o fato que eu sempre gostei e me interessei muito pelo tema e vi nas pinturas uma oportunidade de aproximar a população ao ideal pelo qual todos eles lutaram.</p>
<p><strong>SPa: Há quantos anos vocês está produzindo estas belas pinturas ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> Eu produzo este trabalho de 2006. E comecei justamente com um quadro que retrata uma fotografia do meu avô. Era uma imagem que ele tinha muito orgulho em mostrar, e eu decidi fazê-lo para presentar o meu pai. Posteriormente decidi fazer outra pintura dele desfilando em carro aberto. A partir deste momento eu fui convidada a participar do museu do Tribunal de Justiça, e a partir dai passei a fazer todo ano uma nova obra homenageando os veteranos de 1932.</p>
<p><strong>SPa: Quantas obras você já produziu ? Onde elas se encontram ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> Eu estou fazendo a sétima obra dedicada a este tema. São três obras que estão no museu do Tribunal de Justiça, uma no museu do Segundo Batalhão da Polícia Militar, uma na Assembleia Legistativa do Estado de São Paulo, uma na Sociedade dos Veteranos de 32, e a próxima que irá também para a Sociedade como forma de agradecer e retribuir todo o suporte que eles tem dedicado estes anos todos.</p>
<div id="attachment_3279" class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><img class="size-full wp-image-3279 " title="Crédito: Divulgação" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/alsp_camila.jpg" alt="" width="375" height="500" /><p class="wp-caption-text">Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo</p></div>
<p style="text-align: center;">
<p><strong>SPa: O que este trabalho representa para você ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> É uma grande paixão! É o que mais me motiva realmente a produzir trabalhos de artes plásticas, pois eu sempre tive muito interesse pelo tema de guerras e revoluções e ao retratar um acontecimento como este, que lhe permite reviver aquele momento, acaba sendo um sentimento que você coloca nesta obra. Você retrata um momento do passado para a posteridade. É algo que possui muita magia, e que eu não pretendo parar tão cedo.</p>
<p><strong>SPa: Desde que idade que você se dedica à pintura ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> Eu desenho desde os 5 anos de idade e comecei a pintar a partir dos 9.</p>
<p><strong>SPa: Todo artista costuma ter sua obra predileta, aquela que lhe dá mais orgulho, emoção. Qual destas obras lhe dá mais satisfação ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> É sem dúvida o quadro do meu avô. Ele consegue transmitir uma satisfação, tanto pelo orgulho dele estar fardado, como por ele ter representado aquele ideal. Quando eu vi a foto dele senti algo que não consigo explicar. Então quando produzi esta pintura, acho que consegui reproduzir toda esta paixão e sinto muito carinho por esta obra. Tanto que a imagem que eu tenho hoje do meu avô, não é aquela que eu conheci no dia a dia, com cabelo grisalho, e sim a imagem do quadro, do combatente.</p>
<p><strong>SPa: Como chamava seu avô ? Quando ele era vivo você sabia que ele  foi um combatente ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> Meu avô chamava-se Paulo Lobato  Giudice, e quando ele estava vivo eu não sabia que ele havia sido um  combatente constitucionalista. Eu não conhecia ainda a Revolução de  1932, só fui aprender melhor o que era quando eu trabalhei na monitoria  do Parque do Ibirapuera e como também fazia a monitoria no Mausoléu  passei a conhecer com detalhes do que era este acontecimento. E ai vai  uma crítica ao ensino, pois eu não me recordo de ter visto a Revolução  em sala de aula. Eu só fui saber que meu avô era combatente a partir  dai, pois cheguei em casa e fui comentar com meu pai, que contou que meu  avô também lutara em 1932.</p>
<div id="attachment_3280" class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><img class="size-full wp-image-3280" title="Paulo Lobato Giudice - Avô de Camila (Crédito: Divulgação)" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/giudice_camila.jpg" alt="" width="375" height="500" /><p class="wp-caption-text">Paulo Lobato Giudice (Crédito: Divulgação)</p></div>
<p><strong>SPa: Desde quando você participa da Sociedade dos Veteranos de 32 ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> Oficialmente, como diretora de comunicação social eu comecei este ano. Mas eu estou em contato com eles há alguns anos, e a relação foi tornando-se muito forte com o passar dos anos.</p>
<p><strong>SPa: Já que estamos falando de 1932, vou fazer a você a mesma pergunta que fiz a outros entrevistados. O que é o 9 de julho, hoje ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Camila:</span> Para mim é a data mais especial que existe no ano. É uma data cívica importantíssima, um ápice. Você encontra nesta data pessoas que combateram por um ideal, por uma causa. Observa um brilho nos olhos destas pessoas, você enxerga o patriotismo.</p>
<p><em>Se você gostou do trabalho de <span style="text-decoration: underline;">Camila Giudice</span>, quer uma obra com o tema ou tem um antepassado da  Revolução de 1932 na família e gostaria de homenageá-lo, imortalizando-o  através de uma bela pintura ela produz quadros também sobre encomenda. Para contatá-la</em>:</p>
<p>Telefone: <strong>(11)  9463-0489</strong></p>
<p>Email: <a href="mailto: camilagiudice@gmail.com"><strong>camilagiudice@gmail.com</strong></a></p>
<p>Site: <a href="http://www.camilagiudice.com" target="_blank"><strong>www.camilagiudice.com</strong></a></p>
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		<title>Conheça os museus da Revolução de 1932</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 19:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A cidade de São Paulo está repleta de atrações culturais gratuitas durante o ano todo e nem todos os paulistanos aproveitam estas oportunidades. São peças de teatros, exposições fotográficas, museus, palestras e workshops dedicados aos mais variados e assuntos.
E existe na cidade de São Paulo alguns museus gratuitos especialmente destinados a Revolução de 1932. Todos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo está repleta de atrações culturais gratuitas durante o ano todo e nem todos os paulistanos aproveitam estas oportunidades. São peças de teatros, exposições fotográficas, museus, palestras e workshops dedicados aos mais variados e assuntos.</p>
<p>E existe na cidade de São Paulo alguns museus gratuitos especialmente destinados a Revolução de 1932. Todos eles espaços impecáveis, com acervos exclusivos e organizados com muito esmero pelos seus mantenedores. O blog São Paulo Abandonada &amp; Antiga visitou e apresenta ao leitor três museus totalmente dedicados à Revolução Constitucionalista de 1932 que merecem uma visita, seja para conhecer um pouco mais sobre o acontecido ou seja para se aprofundar em suas pesquisas. Dois deles são tão próximos que podem ser visitados no mesmo dia! Vamos conhecê-los ?</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Memorial 32 &#8211; Centro de Estudos José Celestino Bourroul</strong></span></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/bourrol_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3255" title="Clique na imagem para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/bourrol_01x.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>Localizado no prédio do <em>Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo</em>, o Centro de Estudos José Celestino Bourroul é um excelente lugar não só para conhecer melhor a Revolução de 1932, como também uma excelente pedida para estudantes e pesquisadores interessados em estudar ainda mais sobre o tema e sobre a história de São Paulo. O belíssimo museu possui um acervo vasto e rico que chama a atenção pela organização primorosa e pela atenção e dedicação dos funcionários em atender os anseios de quem visita o memorial.</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/bourrol_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3257" title="Clique na imagem para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/bourrol_02x.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>O museu leva o nome do Engenheiro José Celestino Bourroul, que foi doador de grande parte do acervo disponível no local e que desde jovem foi divulgador da causa constitucionalista. Bourroul também foi vice-presidente do São Paulo Futebol Clube e presidente da COHAB.</p>
<p>No espaço é possível ver medalhas, pinturas, armas antigas, documentos, fotografias e também pesquisar na hemeroteca e nos mais de 4mil livros disponíveis. Pode-se pesquisar o catálogo da biblioteca pela internet.</p>
<address><em><span style="text-decoration: underline;">Serviço:</span></em></address>
<address><em>rua Benjamim Constant, 158 &#8211; 4o andar &#8211; Sé</em></address>
<address><em>Telefone: (11) 3104-5050</em></address>
<address><em>Horário de funcionamento: Segunda à Sexta das 10:00 às 17:00hs</em></address>
<address><em>Site: <a href="http://www.memorial32.org.br" target="_blank">http://www.memorial32.org.br</a></em></address>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Galeria Jorge Mancini</strong></span></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jorgemancini_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3259" title="Clique na imagem para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jorgemancini_01x.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a><br />
</strong></span></p>
<p>Também muito pouco conhecida pelo paulistano em geral, a Galeria Jorge Mancini é uma grata surpresa na região central da cidade. O excelente espaço dedicado à Revolução de 1932 está localizada dentro da sede da <em>Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo</em> <em>(AFPESP</em>) , na rua Venceslau Brás.</p>
<p>A galeria leva o nome do Capitão Jorge Mancini (1900-1993) um dos seis valorosos irmãos da família Mancini que se incorporaram voluntariamente ao Exército Constitucionalista. Jorge Mancini também foi fundador e presidente da Associação dos Ex-Combatentes de São Paulo. Todo o acervo inicial riquíssimo desta galeria foi doado ainda em vida por Mancini para a AFPESP com o forte desejo, segundo ele,  de: <em>&#8220;&#8230;perpetuar o ideal democrático que inspirou a Ação de 32&#8243;</em>.</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jorgemancini_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3261" title="Clique na imagem para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/jorgemancini_02x.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>Na galeria é possível conhecer toda a trajetória da Revolução desde os primeiros momentos até o seu término através de fotografias, quadros, material de propaganda militar, uniformes, títulos de tesouro, moedas, medalhas e muitos documentos raros, além de imagens dos próprios membros da família Mancini.</p>
<p>Uma excelente pedida não só para visitas solitárias mas também para grupos de estudantes e excursões escolares. O local está totalmente preparado para receber o público interessado. Se estiver passando pelo centro de São Paulo, o passeio é imperdível.</p>
<address><em>Serviço:</em></address>
<address><em>rua Venceslau Brás, 206 &#8211; 1o andar &#8211; Sé</em></address>
<address><em>Telefone: (11) 3293-9581 / (11) 3293-9588</em></address>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>Museu do Colégio Santo Ivo / Museu Maria Soldado</strong></span></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mariasoldado_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3263" title="Clique na imagem para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mariasoldado_01x.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>Melhor do que ir em um museu é ir em dois ao mesmo tempo. E é esta facilidade que você consegue ao ir visitar o museu da Revolução de 1932 que está no Colégio Santo Ivo, no bairro da Lapa. O local possui o seu museu próprio, inaugurado em 2006, com um rico acervo exclusivo, com fotografias, estátuas, numismática, livros , cartazes e muitas outras atrações curiosas. Além disso, o museu do colégio oferece para apreciação algumas belas pinturas de temáticas revolucionária do artista plástico Vicente Caruso (1912-1986), que principalmente entre 1932 e 1954 pintou excelentes quadros simbolizando o orgulho paulista.</p>
<p>Além do museu próprio, o Colégio Santo Ivo abriga também, há dois anos, o Museu Maria Soldado, cujo acervo é da Sociedade dos Veteranos de 32 e que fica originalmente no Obelisco do Ibirapuera. Desde que o local fechou para reformas o acervo encontra-se a disposição nesta instituição, temporariamente. Entretanto, apesar de provisório, a sensação é de que você está no local oficial, tamanho é a organização do espaço.  Por ser o principal acervo da Revolução, no local é possível encontrar raridades exclusivas, como uma carta escrita por Santos Dumont, fotografias do combate em diversos pontos de São Paulo, matracas, capacetes, medalhas e uma das hélices do avião de combate que, nos céus, teria influenciado Santos Dumont a suicidar-se. No local há também a biblioteca da Sociedade dos Veteranos de 32 que possui inúmeras fichas e documentos e que é constantemente visitado por pesquisadores, estudantes e militares em busca do passado histórico. O local dispõe de uma área especialmente destinada a pesquisa de documentos.</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mariasoldado_03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3265" title="Clique na imagem para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mariasoldado_03x.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<p>Apesar de localizado dentro de uma escola, o acesso é livre a todos os interessados em conhecer os dois museus, inclusive grupos de outras escolas, além de pesquisadores e público em geral. Basta agendar a visita por telefone.</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mariasoldado_02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-3267" title="Clique na imagem para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mariasoldado_02x.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a></p>
<address><em>Serviço:</em></address>
<address><em>rua Duarte da Costa, 1246 &#8211; Lapa</em></address>
<address><em>Telefone: (11) 3837-0566 / Email: <a href="mailto: info@santoivo.com.br">info@santoivo.com.br</a></em></address>
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		<title>Entrevista: Ricardo Della Rosa</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jul 2010 12:14:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O hábito de colecionar antiguidades é um hobby que alcança muitas pessoas. E existem os mais diversos tipos de coleções para agradar a todos os gostos.
O publicitário paulistano Ricardo Della Rosa é um deles. Neto de veteranos da Revolução de 1932 por parte de pai e de mãe, Ricardo é um dedicado colecionador de artigos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O hábito de colecionar antiguidades é um <em>hobby</em> que alcança muitas pessoas. E existem os mais diversos tipos de coleções para agradar a todos os gostos.</p>
<p>O publicitário paulistano Ricardo Della Rosa é um deles. Neto de veteranos da Revolução de 1932 por parte de pai e de mãe, Ricardo é um dedicado colecionador de artigos oriundos deste embate e mantém tudo organizado em seu acervo particular. Além disso, ele também mantém um blog dedicado a apresentar aos internautas a sua valiosa coleção, o <a href="http://tudoporsaopaulo1932.blogspot.com/" target="_blank"><strong>Tudo por São Paulo 1932</strong></a>.</p>
<div id="attachment_3238" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ricardodellarosa.jpg"><img class="size-full wp-image-3238" title="Crédito da Foto: Douglas Nascimento" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/ricardodellarosax.jpg" alt="" width="500" height="335" /></a><p class="wp-caption-text">Ricardo Della Rosa em seu museu particular</p></div>
<p>Em seu museu é possível encontar de tudo: postais, cartas, selos, quadros, livros, jornais e revistas da época, uniforme de oficiais (de ambos os lados do combate), capacetes, anéis, medalhas, bandeiras, títulos da campanha ouro para o bem de São Paulo, entre muitas outras coisas.</p>
<p>O São Paulo Abandonada &amp; Antiga visitou Ricardo Della Rosa, que concedeu uma pequena entrevista para o site:</p>
<p><strong>SPA: Ricardo, quando você começou a montar este acervo ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ricardo:</span> Isso já tem alguns anos. Na verdade isso começou com a doação de acervo da minha própria família e, com o tempo, fui comprando uma peça aqui outra ali e quando eu vi já estava com uma grande coleção. Isso vai uns cinco ou seis anos.</p>
<p><strong>SPA: E foi este acervo família que impulsionou você a começar ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ricardo:</span> Sim. Quando eu deparei com as fotografias de meus dois avôs fardados, armados eu olhei e pensei: Nossa Mãe do Céu! Até que um dia eu fui visitar uma tia que me mostrou um cartão postal enviado pelo meu avô para a minha avó que quase parou meu coração.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3239" title="Crédito: Ricardo Della Rosa" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/correspondencia.jpg" alt="" width="500" height="369" /></p>
<p><strong>SPA: E quando começou esta ideia de apresentar este seu acervo na internet ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ricardo:</span> É recente. Começou em meados de fevereiro deste ano, portanto há quatro meses. Eu fui com meu sogro visitar uma espaço sobre 1932, a Galeria Jorge Mancini, e fiquei espantado como aquele local maravilhoso com um acervo muito bem disposto e conservado, era muito pouco visitado. Ao sair de lá, voltando de Metrô eu fiquei pensando: preciso fazer alguma coisa para mostrar tudo isso que tenho. Como eu trabalho com internet, decidi então montar um blog, Tudo Por São Paulo 1932, e fazer uso dele e das ferramentas sociais para divulgar a Revolução de 1932.</p>
<p><strong>SPA: E o blog pegou ? Está dando resultado ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ricardo:</span> Está dando um ótimo resultado.  Acesso diariamente as estatísticas de visitação do site e tenho notado um crescimento vertiginoso. Semana passada ultrapassamos 10 mil <em>pageviews</em> com 5 mil visitantes únicos, com uma média de 200 a 300 visitas diárias. Para um blog que praticamente não tem divulgação, exceto através destas redes sociais (<a href="http://www.twitter.com/Ricardo_R32" target="_blank">Twitter</a>, Facebook) é um número bastante expressivo.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3240" title="Crédito: Ricardo Della Rosa" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/medalha.jpg" alt="" width="500" height="370" /></p>
<p><strong>SPA: O que mais te motiva hoje: O prazer pela coleção ou o orgulho por sua família fazer parte desta história ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ricardo:</span> Acho que é um misto de dever &#8211; o que acho muito importante &#8211; com um extremo prazer que tenho em manipular essas peças, tirar fotografias. É também muito gratificante pesquisar, descobrir o ano das coisas, escrever sobre elas. Cito como exemplo um capacete aqui da minha coleção que um dia descobri nele uma estrela com o nome do seu usuário. Quando tirei a foto, ganhei o dia.</p>
<p><strong>SPA: Qual foi a maior loucura que você já fez para poder incorporar algo novo em sua coleção ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ricardo:</span> Olha, a maior loucura que eu já fiz foi a base de troca. Eu tinha uma coleção muito bacana, que demorei para fazer, da Polícia Paulista, com muita coisa difícil de encontrar como capacetes da Força Pública. Até um dia que me apareceu uma farda de 1932 completa. E o vendedor, como todos fazem, simplesmente falam: Se você não comprar agora, eu vou oferecer para outra pessoa. Ai então tive que tomar uma decisão rápida, porém nada fácil. Liguei para outro amigo meu colecionador e disse: Hoje é seu dia de sorte, você ganhou na loteria. Venha até em casa para ficar com o material que você quer comprar. Ele veio rapidamente, comprou os capacetes e eu pude então adquirir a farda que tanto desejei.</p>
<p><strong>SPA: De todo seu acervo, qual é sua peça favorita ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ricardo:</span> Obviamente são as coisas que eram dos meus avôs, que são extremamente especiais. Fora isso, que eu diria até estar fora de um ranking por ser familiar, eu creio que é a pintura de José Washt Rodrigues:</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3241" title="Crédito: Ricardo Della Rosa" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/clineuquadro.jpg" alt="" width="500" height="395" /></p>
<p>Este quadro para mim é fora de série pois ele tem dois significados: O cara que desenhou nosso brasão e que fez uma intervenção neste mesmo brasão &#8211; e só ele poderia fazer isso &#8211; e ainda fez no centro uma homenagem a um soldado <a href="http://saopauloabandonada.com.br/1932-arte-da-revolucao-nos-cemiterios-paulistas/" target="_blank"><em>(Clineu Braga de Magalhães, saiba mais clicando aqui)</em></a> morto em combate durante a revolução.</p>
<p><strong>SPA: Pra você, o que é o 9 de julho hoje ?</strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">Ricardo:</span> Hoje, o 9 de julho é a data que todo paulista deveria parar e fazer uma avaliação do que ele faz em prol de sua comunidade, seu bairro, de sua cidade, enfim do Brasil. Uma data de reflexão. A história que eu mais gosto de 1932 não é nem a história bélica, mas sim a história de pessoas que juntas pensaram em um futuro melhor para o país. E eles fizeram isso! Tiraram aliança do dedo e colocaram numa caixa, pelo bem de São Paulo. É preciso acreditar muito num ideal para fazer algo desse gênero.</p>
<p>Conheça o excelente trabalho de <strong>Ricardo Della Rosa</strong> visitando o seu blog:</p>
<p><a href="http://tudoporsaopaulo1932.blogspot.com/" target="_blank"><strong>http://tudoporsaopaulo1932.blogspot.com/</strong></a></p>
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		<title>1932: A Arte da Revolução nos Cemitérios Paulistas</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Jul 2010 15:45:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glaucia Garcia de Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Mais um 9 de Julho está chegando e com ele vem à tona a história dos revolucionários constitucionalistas.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais um 9 de Julho está chegando e com ele vem à tona a história dos revolucionários constitucionalistas.</p>
<p>Porém este feriado ainda é um mistério para várias pessoas. Por que é feriado? O que foi a Revolução Constitucionalista? O que esta Revolução significou para o Estado de São Paulo? Esses são os tipos de indagações que qualquer pessoa corre o risco de fazer a si próprio.</p>
<p>Feriado estadual desde 1997, a Revolução Constitucionalista explodiu em 1932 quando a população paulista se rebelou contra o governo ditatorial do então presidente Getúlio Vargas. São Paulo lutou por uma constituição ocasionando um dos grandes episódios da história do país. Mais de 35 mil paulistas lutaram contra 100 mil soldados aliados ao Governo Federal. O resultado não poderia ser pior, mais de 850 pessoas vieram a falecer pelo ideal constitucionalista na cabeça e no coração.</p>
<div id="attachment_3207" class="wp-caption aligncenter" style="width: 372px"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/remorandi.jpg"><img class="size-full wp-image-3207" title="Remo Randi - Herói de 1932" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/remorandix.jpg" alt="" width="362" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Remo Randi - Herói de 1932 (clique para ampliar)</p></div>
<p>Para homenagear esta epopéia paulista, em 1942 iniciou-se a construção do Obelisco dos Heróis de 1932 sendo finalizada em 1970. Projetado pelo escultor italiano Galileo Emendabili (1898-1974) o Obelisco possui 70 metros e não é uma simples obra com a finalidade de homenagear os soldados constitucionalistas. Dentro do Obelisco estão os restos mortais de muitos combatentes tornando-se um Obelisco Mausoléu.</p>
<p>Possuindo diversas simbologias e inscrições, o Obelisco é tombado pelos órgãos CONDEPHAAT e CONPRESP, porém encontra-se em restauro e não está aberto para visitação, salvo no dia 9 de Julho.</p>
<p>O Obelisco é a última morada de diversos paulistanos ilustres que contribuíram pelo ideal constitucionalista como o poeta Guilherme de Almeida, Martins, Miragaia, Dráuzio e Camargo que compoem a sigla MMDC, Ibrahim Nobre, General Ataliba Leonel e diversos voluntários como Ary Cajado de Oliveira e José Vicente Ferreira.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3208" title="O Obelisco - Foto: Glaucia Garcia de Carvalho" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/obelisco.jpg" alt="" width="500" height="667" /></p>
<p>As homenagens para a Revolução Constitucionalista não se resumem apenas no Obelisco do Ibirapuera como é popularmente conhecido. Em cada canto de São Paulo tem algo que nos remete para o ano de 1932.</p>
<p>Presentes no cotidiano dos cidadãos paulistanos, as avenidas 23 de Maio e 9 de Julho são exemplos de homenagens constitucionalistas. E estas homenagens não param apenas em nomes de logradouros. Sempre encontramos monumentos em praças públicas nas cidades de São Paulo enfatizando 1932, porém que as vezes passam despercebida pela maioria da população. Resgatar a história é fundamental para perpetuá-la pelas pessoas que derramaram o seu sangue em defesa de São Paulo.</p>
<p>O São Paulo Abandonada &amp; Antiga pesquisou a história de alguns monumentos e túmulos espalhados pelo Estado de São Paulo passando por Araraquara, Piracicaba e a nossa Capital.</p>
<p>Em julho de 1932 no bairro de Santo Amaro, os estilhaços de um morteiro que explodiu acidentalmente matou o General Júlio Marcondes Salgado, que também leva nome de rua no bairro de Santa Cecília. Recebeu a condecoração de General Paulista pós morte. Major José Marcelino foi o responsável pelos testes do morteiro e também acabou falecendo.</p>
<p>Seus túmulos encontram-se no Cemitério São Paulo e possuem diversas simbologias heróicas onde aprendemos um pouco sobre a história constitucionalista apenas com o olhar.</p>
<p><strong>Os Túmulos do General Júlio Marcondes Salgado e Major José Marcelino da Fonseca:</strong></p>
<div id="attachment_3209" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-3209" title="O túmulo do General Júlio Marcondes Salgado" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/marcondessalgado_00.jpg" alt="" width="500" height="684" /><p class="wp-caption-text">Túmulo do General Júlio Marcondes Salgado</p></div>
<p>O relevo que contempla o túmulo do General é de autoria do escultor Eugênio Prati. Vemos em primeiro plano uma mulher seminua envolta por uma mortalha segurando a bandeira do Estado de São Paulo o que significa a Pátria. Logo acima o General Júlio Marcondes comanda um exército de soldados constitucionalistas com a espada em punho, o que significa proeza. Ao fundo encontramos muitos detalhes especiais. O edifício Martinelli contempla o relevo junto com uma parte do monumento <em>Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo</em> que se encontra no Páteo do Colégio, autoria de Amadeu Zani e a palavra <em>LEX</em> que significa lei em latim, ou seja, este relevo nos mostra a soberania do Estado de São Paulo perante a constituição que tanto proclamou.</p>
<div id="attachment_3210" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-3210" title="Túmulo do Major José Marcelino da Fonseca" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/josemarcelino_00.jpg" alt="" width="500" height="700" /><p class="wp-caption-text">Túmulo do Major José Marcelino da Fonseca</p></div>
<p>Ao lado do túmulo de Júlio Marcondes Salgado, encontramos o de seu companheiro Major José Marcelino da Fonseca. Também de autoria de Eugênio Prati, o jazigo possui um relevo com a face do Major e acima, outro relevo com um soldado constitucionalista de perfil tendo em seu punho uma baioneta fazendo referenda para a pátria paulista simbolizando apenas por uma mão e um ramo de café, símbolo supremo da economia paulista. Ao fundo encontramos a bandeira do Estado de São Paulo.</p>
<p><strong>Túmulo de Ibraim Nobre:</strong></p>
<div id="attachment_3211" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-3211" title="Túmulo de Ibraim Nobre" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/i_nobre_cemiterio.jpg" alt="" width="500" height="667" /><p class="wp-caption-text">Túmulo de Ibraim Nobre</p></div>
<p>Também encontra-se no cemitério São Paulo. Executada em mármore pelo escultor Galileo Emendabili, este jazigo está em desuso depois que seus restos mortais foram trasladados para o Obelisco do Ibirapuera (veja destaque na foto) e hoje repousa ao lado do poeta Guilherme de Almeida.</p>
<p><strong>Túmulo de Prudente Meireles de Moraes:</strong></p>
<div id="attachment_3213" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/prudente_00.jpg"><img class="size-full wp-image-3213" title="Túmulo de Prudente Meireles de Moraes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/prudente_00x.jpg" alt="" width="500" height="481" /></a><p class="wp-caption-text">Prudente Meireles de Moraes (clique na imagem para ampliar)</p></div>
<p>Situado no Cemitério da Consolação, este jazigo é ricamente simbólico para os amantes da Revolução Constitucionalista.</p>
<p>Armando Zago, escultor que assina a obra, nos brindou com uma escultura do Apóstolo São Paulo. O olhar de contemplação perante o sepultado simbolizado pela bandeira do Estado de São Paulo, o ramo de café e o capacete constitucionalista modelo paulista. A espada baixada que se encontra na mão direita do Apóstolo significa dever cumprido e um detalhe muito interessante: A portinhola do jazigo é o Túnel da Mantiqueira, divisa de Minas Gerais e São Paulo onde o exército constitucionalista de São Paulo entrou em conflito com as tropas de Minas Gerais ocasionando diversos mortos. Prudente Meireles de Moraes era engenheiro e foi responsável por diversas obras para beneficiar a Revolução Constitucionalista. Era sobrinho do primeiro presidente civil brasileiro, Prudente de Moraes.</p>
<p><strong>Túmulo dos ex-combatentes constitucionalistas – Cemitério da Saudade de Piracicaba:</strong></p>
<div id="attachment_3215" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/piracicaba_01.jpg"><img class="size-full wp-image-3215" title="Túmulo dos ex-combatentes constitucionalistas – Cemitério da Saudade de Piracicaba" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/piracicaba_01x.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na foto para ampliar</p></div>
<p>Todo Estado de São Paulo se mobilizou em prol da Revolução Constitucionalista e a cidade de Piracicaba, berço da economia da cana-de-açúcar, não foi diferente. A história desta cidade se confunde com o desenvolvimento econômico da Capital.</p>
<p>Estão sepultados neste jazigo os soldados Natal Meira Barros, Sylvio Cervelini, José Homero Roxo, Ennes Silveira Mello, Romário Mello Nery e Francisco H. Souza. Neste cemitério também estão sepultados o presidente Prudente de Moraes e o pintor Almeida Júnior.</p>
<p>E simbologia constitucionalista é o que não falta neste túmulo, começando pela coluna partida que significa vida interrompida. Acima, vemos o capacete constitucionalista modelo francês apelidado de crista de galo. Este capacete está apoiado em um livro com a palavra <em>LEX</em> o que nos remete a luta dos combatentes piracicabanos pela constituição. Ao fundo, uma singela mão com uma espada em punho que significa símbolo da justiça e da decisão.</p>
<p><strong>Túmulo do voluntário Clineu Braga de Magalhães:</strong></p>
<div id="attachment_3217" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/clineu.jpg"><img class="size-full wp-image-3217" title="Túmulo do voluntário Clineu Braga de Magalhães " src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/clineux.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a><p class="wp-caption-text">Túmulo de Clineu Braga de Magalhães (clique na foto para ampliar)</p></div>
<p>Clineu era aluno do terceiro ano de engenharia no Mackenzie College. Pertencente ao BUP – Batalhão Universitário Paulista – que integrou-se ao Batalhão 14 de Julho. Este universitário morreu com um tiro no coração, e quase todo seu batalhão foi aniquilado.</p>
<p>O escultor italiano Júlio Starace, executou no Cemitério São Paulo 4 peças fundamentais para o entendimento da história de Clineu. A bandeira do Estado de São Paulo, o ramo de café e o capacete modelo paulista com as iniciais BUP 14 de Julho. Na parte superior, um braço estendido segurando uma tocha, que é o símbolo da força (vide foto abaixo).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3218" title="Clineu - Visão Geral do Túmulo" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Clineu2.jpg" alt="" width="375" height="500" /></p>
<p><strong>Túmulo do voluntário Lauro de Barros Penteado:</strong></p>
<div id="attachment_3220" class="wp-caption aligncenter" style="width: 412px"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/barrospenteado.jpg"><img class="size-full wp-image-3220" title="Túmulo do voluntário Lauro de Barros Penteado" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/barrospenteadox.jpg" alt="" width="402" height="500" /></a><p class="wp-caption-text">Clique na foto para ampliar</p></div>
<p>Apresentou-se ao 14 de Julho e foi para Rio das Almas, próximo aos municípios de Ribeirão Grande e Capão Bonito (região sudoeste do Estado). Foi atingido por uma granada que explodiu sobre ele. Seus últimos dizeres foram: <em>Sei que vou morrer por São Paulo. Quero ser sepultado com esta mesma farda com que vou morrer&#8230; Viva São Paulo!</em></p>
<p>Seu túmulo possui simbologias paulistas. Eugênio Prati destacou em primeiro plano, no relevo, o Bandeirante que é o símbolo da proeza e persistência do povo paulista. Ao fundo, encontramos o monumento de Amadeo Zani, Glória Imortal aos Fundadores de São Paulo, ao lado o monumento que se encontra na sede da Prefeitura de São Paulo, a Quimera, autoria do escultor italiano Nicola Rollo. Abaixo o capacete constitucionalista modelo paulista com o ramo de café e a palma que significa a glorificação celestial, representando o triunfo dos mártires sobre a morte.</p>
<p><strong>Monumento em homenagem aos combatentes da cidade de Americana:</strong></p>
<div id="attachment_3221" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><img class="size-full wp-image-3221" title="Monumento em homenagem aos combatentes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/americana.jpg" alt="" width="500" height="375" /><p class="wp-caption-text">Monumento em homenagem aos combatentes</p></div>
<p>Além do Obelisco e das magníficas obras cemiteriais, existem outros monumentos em homenagem a Revolução Constitucionalista de 1932 espalhados por todo o Estado de São Paulo. Um deles está em Americana.</p>
<p>Monumento erguido em 1984 na Praça Comendador Müller em frente à Biblioteca Municipal em homenagem aos combatentes Fernando de Camargo, Aristeu Valente, Jorge Jones e o Capitão Manoel dos Santos Sobrinho.</p>
<p>Executado em granito e bronze, ao longo dos nove degraus (alusivo ao dia 9 de julho) o monumento possui a figura de um soldado abraçando a bandeira do Estado de São Paulo onde o combatente serviu e morreu pela pátria paulista. Nas quatros faces do monumento estão os relevos dos combatentes americanenses.</p>
<p><strong>1932 é Eterno:</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<div id="attachment_3223" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><strong><strong><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/mural.jpg"><img class="size-full wp-image-3223" title="Detalhe do Túmulo do General Júlio Marcondes Salgado" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/muralx.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></strong></strong><p class="wp-caption-text">Clique para ampliar</p></div>
<p><strong> </strong></p>
<p>A Revolução constitucionalista de 1932 corre risco de cair no esquecimento. Como cidadãos, temos o dever de reestabelecer um sentido de ordem e continuidade frente às realidades históricas que enfrentamos. É restabelecer nosso encontro com a história como parte do impulso vivo ao invés de um mergulho cego ao desconhecido. Como sociedade, caminhamos para o futuro na grande dinâmica da história. E é esse painel grandioso que devemos preservar e compreender o sentido do resgate histórico da Revolução.</p>
<p>Agradecimentos aos colaboradores: <strong>Gustavo Daniel Randi</strong> e <strong>Sérgio Righi</strong> &#8211; Site <a href="http://ultimatrincheira.com.br/" target="_blank"><strong>Última Trincheira</strong></a>.</p>
<p><strong>A autora:</strong></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="48" align="left" valign="top"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/outros/ggc02.jpg" border="1" alt="Glaucia" width="80" height="80" /></td>
<td style="text-align: left;" width="438" valign="top"><a href="mailto: glauciagarciasp@yahoo.com.b"><strong>Glaucia Garcia de Carvalho</strong></a></p>
<p><em>Licenciada em História pela Universidade Guarulhos, é pesquisadora e professora da rede pública e particular em Guarulhos. Desenvolve trabalhos e projetos sobre patrimônio cemiterial visando à preservação e a identidade cultural. É co-fundadora da Associação Guarulhos tem História e da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (ABEC). É co-autora dos livros Guarulhos tem História  e Guarulhos: espaço de muitos povos .</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Uma breve história das livrarias paulistanas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jun 2010 14:44:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glaucia Garcia de Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A relação que estabelecemos junto aos livros varia conforme a importância que esse nos são apresentados. Nos tempos de escola, as cartilhas para os mais antigos ou os livros didáticos foram e são elementos marcantes da vida escolar, símbolos da escola.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A relação que estabelecemos junto aos livros varia conforme a importância que esse nos são apresentados. Nos tempos de escola, as cartilhas para os mais antigos ou os livros didáticos foram e são elementos marcantes da vida escolar, símbolos da escola.</p>
<p>Muitas pessoas acreditavam que com a era digital, o surgimento dos e-books e a maciça digitalização, o livro seria colocado de lado, mas não é bem isso que percebemos. Cada vez mais o livro ganha espaço e mostra-se forte perante as novas tecnologias.</p>
<p>É o livro que encanta o leitor, traduzindo as idéias em tinta e papel e transformando os devaneios de um pensador em clássicos.</p>
<p>Quem nunca se curvou diante a grandes pensadores, pesquisadores, professores como Sérgio Buarque de Holanda (1902 – 1982) e o exemplar advogado, empresário e bibliófilo José Mindlin (1914 – 2010). Tais pessoas nos mostraram a força intelectual que um livro pode exercer, afinal esse ajuntado de papel nos transporta a grandes viagens, confundindo-se com mágica.</p>
<p>Mágicos foram os primeiros livreiros do Brasil. Propagar uma nova cultura com livros advindos da Europa foi uma experiência que deu certo, tanto que se criou um mercado de trabalho no Brasil antes inexistente. Muito mais que comerciantes de livros, eram também editores e encadernadores.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3126" title=" Uma breve história das livrarias Paulistanas" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/livrarias.jpg" alt="" width="500" height="351" /></p>
<p>Quando se chega a uma livraria não se faz idéia o quanto foi importante este comércio, efervescente no século XIX, para a sociedade paulistana.  Um comércio que aflorava o cotidiano da cidade e tinha o seu devido respeito que, para prosperar, este comércio não precisava apenas de dotes comerciais, precisava de um toque de amor e sutileza para agradar o leitor.</p>
<p>O primeiro local a comercializar livros no Brasil foi o <em>Collegio</em> dos Jesuítas, localizado no Morro do Castelo no Rio de Janeiro entre os séculos XVII e XVIII. Nesta livraria eram vendidos apenas bíblias e livros relacionados ao catolicismo, religião oficial no Brasil. Para aqueles que desejassem adquirir livros de outros assuntos era necessário fazer encomenda, que levariam meses para chegar ao local do destino. Começou ocorrer um comércio paralelo de marinheiros portugueses que desembarcavam no Brasil com alguns livros para ser vendido na cidade. Uma importante livraria que foi responsável pela difusão da obra de Machado de Assis, foi a livraria Garnier, localizada na rua do Ouvidor no Rio de Janeiro e liderada pelo francês Baptiste-Louis <em>Garnier.</em></p>
<p>Este comércio em São Paulo começou a aflorar no século XIX.  As livrarias paulistanas foram impulsionadas pela inauguração da Faculdade de Direito do Largo São Francisco em 1827, poucos anos após a Independência do Brasil. Alunos advindos de outras cidades e a aristocracia alimentaram inicialmente este comércio tornando-se popular.</p>
<p>Catalogamos algumas das primeiras livrarias paulistanas em um período de 1860 a 1981. São anos de história da cidade de São Paulo contada através das graciosas livrarias que comercializavam em diversas ruas como a antiga rua da Imperatriz e que hoje habitam nos corações dos apaixonados por leitura.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3099" title="Correio Paulistano" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/cp.jpg" alt="" width="276" height="189" />Livraria e Tipografia Correio Paulistano – </strong>Em 1854, Azevedo Marques lança em São Paulo o primeiro jornal periódico e terceiro do Brasil, o Correio Paulistano. A população paulista ainda era tímida, mas a cidade começara a dar reflexos na grandiosidade que se tornaria. O Correio Paulistano não possuía convicções políticas, era um jornal independente adotando posições audaciosas em um período monárquico. Foi o incentivador e patrocinador oficial da Semana de Arte Moderna de 1922 e o jornal era escrito por diversos intelectuais como Menot Del Picchia. Seis anos mais tarde, na rua do Rosário, 49 a cidade de São Paulo é contemplada com a primeira livraria do Correio Paulistano (provavelmente junto à tipografia).</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3102" title="Casa Garraux" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/garraux.jpg" alt="" width="250" height="191" />Livraria Garraux</strong> – São Paulo de 1860. Não tem como descrever a história das livrarias paulistanas sem mencionar o francês Anatole Louis Garraux. Em 70 anos de existência, A Casa Garraux, posteriormente livraria, levou o requinte parisiense para dentro da loja na rua do Rosário, 5 e logo depois para o Largo da Sé, 1 e com endereço definitivo na rua da Imperatriz. Também possuía tipografia e vendia itens de papelaria, vinhos, licores, caixas de biscoitos importados e era fornecedora oficial de artigos para o Governo de São Paulo. Garraux foi o introdutor do envelope de correspondência na cidade de São Paulo.  Retornou para a Paris em meados de 1890 onde faleceu em 26 de novembro de 1904. A livraria passou por diversos donos e fechou as portas por ocasião da Revolução de 1930.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3104" title="Teixeira &amp; Irmão" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/teixeira.jpg" alt="" width="250" height="139" />Teixeira e Irmão</strong> &#8211; Em 1876 os irmãos imigrantes portugueses Antônio Maria e José Joaquim Teixeira fundam a Livraria Teixeira, mudando o razão social para Teixeira na década de 20 em homenagem póstuma a José Joaquim. Esta livraria passou por diversos endereços de São Paulo: rua São Bento, Líbero Badaró, avenida São João e definitivamente rua Marconi tornando-se editora como de costume das grandes livrarias da época. Por esta livraria passaram grandes nomes da história brasileira como o jurista Rui Barbosa, o Presidente da República Washington Luis, o Prefeito Prestes Maia além de calorosas tardes de autógrafos de Érico Veríssimo e Mário Lago</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3105" title="Gazeau" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/gazeau.jpg" alt="" width="250" height="134" />Gazeau</strong>– Uma mistura de livraria e sebo a primeiro da cidade, de 1893. Localizada no Largo da Sé no primeiro prédio de concreto armado da cidade com sete andares. Herdou de uma amiga uma grande biblioteca e começou a negociar estes livros, onde o negócio floresceu chegando a 40 mil livros. José Mindlin era um freqüentador assíduo do Gazeau onde comprou o primeiro livro de Machado de Assis, dedicado a Latino Coelho quando tinha 15 anos. Fechou as portas em 1981.</p>
<p><strong>Italiana –</strong> Em 1894, com o crescimento da imigração, as livrarias começaram a acompanhar esse povo, essa nova cultura que foi parar nas prateleiras de livrarias especializadas. Fundado pelo engenheiro italiano Alcebíades Bertolotti, a Livraria Italiana localizava-se na rua Florêncio de Abreu, 4. Foi freqüentada pelos modernistas que sempre estavam em busca das novas tendências européias.</p>
<p><strong>Magalhães – </strong>Tendo como base o precioso café, o Estado de São Paulo era conhecido como a locomotiva do Brasil. O comércio florescia cada vez mais. Inaugurada no início do século XX na rua do Comércio pelo português Pedro Magalhães, chegou a São Paulo e efetivou algumas mudanças, que revolucionaram o comércio livreiro como os descontos tabelados e o envio de livros pelo Correio.</p>
<p><strong>Livraria Leia</strong> –1914, a cidade acanhada torna-se cada vez mais importante no cenário brasileiro. Ernesto Masucci funda a livraria Cultura Italiana com sede no Parque Anhangabaú, 7 tendo como exclusividade livros italianos. Seu filho, Folco Masucci assume os negócios onde transformou a livraria em editora chegando a ser a maior importadora de livros italianos, alterando seu nome para Leia – Livraria Editora Importadora Americana. Chegou a possuir lojas na rua Sete de abril, 111 e na rua Maria Antônia, 57. No final da década de 50 centralizou as lojas em um único endereço, rua Xavier Toledo 103 e logo para Praça Alfredo Issa, 8. Finalizou as atividades na rua Asdrúbal do Nascimento, 404 no centro.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3107" title="Saraiva" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/saraiva.jpg" alt="" width="250" height="101" />Saraiva –</strong> uma das poucas sobreviventes das livrarias paulistanas, Saraiva começou tímida nas mãos do português Joaquim Inácio da Fonseca Saraiva. Este sonho de fundar uma livraria tornou-se realidade em 1917, como Livraria Acadêmica no Largo do Ouvidor. No mesmo ano entrou no ramo editorial optando apenas na área de direito, que segue até hoje. Em 1944 conselheiro Saraiva, como era conhecido por dar diversos conselhos aos alunos, vem a falecer. Seus três filhos assumem os negócios que passam por uma grande reformulação e ampliação. Em 1968 a livraria muda o nome para Saraiva e de local, agora está instalada na rua José Bonifácio, 203. Começa a investir em filiais por toda São Paulo e em 1995 passa por uma grande transformação com tendências internacionais, com as <em>megastores</em>.<strong> </strong></p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3124" title="o livro" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/olivro1.jpg" alt="" width="120" height="113" />Casa Editora O Livro –</strong> Em 1919, o livreiro Jacinto Silva era ex-funcionário da Livraria Garnier no Rio de Janeiro e veio tentar a sorte em São Paulo, assumindo a gerência da Livraria Garraux. Um ano depois fundou a livraria e editora O Livro. Jacinto era dinâmico e isso refletia em sua empreendimento. Foram consagrados como freqüentadores Amadeu Amaral, Mário e Oswald de Andrade, Guilherme de Almeida , Emiliano Di Cavalcanti e Zina Aita.</p>
<p><strong>Freitas Bastos –</strong> Esta livraria de 1938 foi considerada por muitos anos a principal editora de livros jurídicos do Brasil e da América Latina. Fundou sua sede em um ponto estratégico, na rua XV de novembro, próximo ao Largo São Francisco.  Entre os freqüentadores mais ilustres estavam Ulisses Guimarães e Franco Montoro. Encerrou suas atividades em 1996.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3113" title="Jaragua" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/jaragua.jpg" alt="" width="196" height="143" />Jaraguá –</strong> Singular na história das livrarias de São Paulo, esta livraria pertencia à família Mesquita (O Estado de São Paulo) e era oposição ao governo de Getúlio Vargas, reflexo da Revolução Constitucionalista de 1932, onde o jornal não pode circular por um bom tempo. Alfredo Mesquita teve a idéia de fundar uma livraria com as tendências universitárias inglesas, junto com o seu sócio Roberto Meira. A Jaraguá nasceu em 1942 com um diferencial: uma sala de chá que sempre estava cheia de intelectuais como Tarsila do Amaral, Flávio de Carvalho, Anita Malfatti e Caio Prado Júnior. Também vendiam discos garantindo a clientela mais jovem. Foi vendida no final da década de 50.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3114" title="Siciliano" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/siciliano.jpg" alt="" width="193" height="177" /> Siciliano –</strong> Outra das poucas livrarias antigas que estão conseguindo sobreviver. Tendo como fundador um descendente de calabreses, Pedro Siciliano, que veio a São Paulo a convite de Assis Chateaubriand para abrir uma distribuidora de jornais e revistas fundando em 1928 a Agência Siciliano. Em 1942 inaugurou-se a Livraria Pedro Siciliano que vendia não só livros, mas também jornais e revistas, um novo seguimento para a época.  Siciliano era repleto de novidades, uma delas eram os <em>pocket books</em> importados dos Estados Unidos. As primeiras filiais surgiram em 1954. Em 1999 inaugurou sua primeira <em>megastore</em> em São Paulo e logo se propagou para as cidades como Curitiba e Rio de Janeiro. Em 2008 Livraria Siciliano foi vendida para a Saraiva.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3115" title="Brasiliense" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/brasiliense.jpg" alt="" width="234" height="176" />Brasiliense –</strong> Fundada em 1943 pelos intelectuais Monteiro Lobato, Caio Prado Júnior, Hermes Lima Arthur Neves e Leandro Dupré. A Editora Brasiliense faz parte da vida de muitos professores e sociólogos espalhados pelo Brasil. Reflexo dessa grandiosidade era a livraria na rua Barão de Itapetininga, 99 referência em São Paulo. Lá se encontravam o Grupo Santa Helena, dentre outros intelectuais das letras. Palco de manifestações, comícios e debates, a Brasiliense foi palco da criação do Partido dos Trabalhadores com o então líder sindical Luis Ignácio Lula da Silva e Eduardo Suplicy em 1978.  Chegou a vender cerca de 40 mil livros por mês, sendo a editora que mais vendia livro no Brasil na década de 1980. Em 1997 por problemas administrativos a Brasiliense fecha suas portas e morre o ideal dos seus fundadores.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3117" title="Nobel" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/nobel.jpg" alt="" width="250" height="91" />Nobel –</strong>Mais uma livraria sobrevivente. Nobel foi fundada em 1943 pelo italiano Cláudio Milano em homenagem ao prêmio Nobel. Sua sede era um ponto estratégico, Rua da Consolação em frente à biblioteca Mário de Andrade. Começou com encadernação e elaboração de apostilas escolares e mais tarde como distribuidora. Tendo uma base forte nos negócios Nobel resolveu ousar em uma época que o computado não era realidade. Organizar fichários com registro das obras editadas no Brasil facilitando a vida de consulentes. A partir de 1998 a livraria começa a investir em <em>megastores</em> e em pequenos quiosques. Hoje ela possui filiais em Portugal e Espanha.</p>
<p><strong>Ornabi –</strong> São Paulo cresceu e os sebos, livrarias e editoras também cresceram. A Ornabi – Organizadora Nacional de Biblioteca foi inaugurada em 1945 por Luis de Oliveira Dias e foi um dos maiores sebos do mundo, localizado na Benjamin Constant, 141, chegando a abrigar 400 mil volumes. Dentre os ilustres freqüentadores está o ex-ministro da Fazenda Delfim Neto, que chegou a declarar que a Ornabi era a melhor livraria do mundo. Encerrou suas atividades em 2008.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3118" title="Parthenon" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/parthenon.jpg" alt="" width="250" height="207" />Parthenon –</strong>Esta livraria nasceu em 1946 tendo como seus donos os bibliófilos José Mindlin e Cláudio Blum. Situava-se na Vila Normandia, próximo a avenida São Luiz. Para montar a livraria, José Mindlin foi para Europa comprar livros mais baratos por conta da crise econômica do pós-guerra. Livraria com cara de biblioteca, logo chamou a atenção dos amantes dos livros por conter muitas raridades, porém ocasionou um grande problema para Mindlin, pois ele gostaria que esses livros fossem incorporados a sua biblioteca. Logo, quando um exemplar era vendido, comunicava ao novo dono que quando fosse desfazer-se do livro, o avisasse para comprar novamente. Passou por diversos endereços perdendo um pouco da sua identidade. Em 1982 a livraria foi vendida e mudou seu nome para Veredas.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3119" title="Cultura" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/cultura.jpg" alt="" width="144" height="160" />Cultura –</strong> A maior livraria do Brasil nasceu de forma muito simples, em uma sala na casa da alemã Eva Herz na alameda Lorena. Corria o ano de 1947 e era um serviço de empréstimos de livros para os alemães que vieram a residir em São Paulo. Dois anos depois Eva monta uma pequena livraria na rua Augusta adjunta com uma bomboniere. Logo desistiu dos empréstimos e começou a efetuar compras de obras nacionais e de outras procedências. Em 1969 o filho da fundadora, Pedro Herz instalou-se no Conjunto Nacional na avenida Paulista, onde possui várias sedes específicas. Foi a primeira livraria a organizar cafés filosóficos e vendas pela internet. Abriu filiais em capitais como Recife, Porto Alegre e Brasília e, em 2008, inaugurou a maior loja do país com 4300 metros quadrados no mesmo Conjunto Nacional.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3120" title="Pioneira" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/pioneira.jpg" alt="" width="149" height="160" />Pioneira –</strong>Fundada por Enio Guazzelli em 1948 esta livraria na rua 15 de novembro, 228, 4o andar era especializada em livros importados. Logo surgiram restrições à importação e a livraria começou a trabalhar com livros técnicos, ciências sociais e inglês.  Foi distribuidora de <em>pocket books</em>. Em 1951 comprou um prédio na rua Maria Antônia, estando situado em um ponto estratégico: na rua da Faculdade Mackenzie e da Faculdade de Ciências e Letras e Ciências Econômicas da USP, Arquitetura e Serviço Social da PUC sendo freqüentada por vários intelectuais como Sérgio Buarque de Holanda, Florestan Fernandes, e alunos da USP como Fernando Henrique Cardoso. Na década de 1970 entrou em dificuldades financeiras e em 1979 a livraria fechou ficando apenas com a editora.</p>
<p><strong>São Paulo –</strong> Era um sebo, mas seu dono, Olinto Moura não considerava assim. Em 1950 esta livraria-sebo localizava-se em uma sala discreta na rua São Bento, 370. Possuía grande prestígio entre os intelectuais.</p>
<p><strong>Mestre Jou –</strong> Imigrante chileno, Felipe Mestre Jou abriu a livraria em 1952 na Praça Antônio Prado. Começou a importar livros da Espanha, Inglaterra e França. Traduzia obras facilitando a vida de estudantes universitários e professores. Mestre Jou faleceu em 1980 e seu império foi declinando gradativamente. Em 1983 as portas foram fechadas.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3121" title="Duas Cidades" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/duascidades.jpg" alt="" width="240" height="137" />Duas Cidades – </strong>Inaugurada em 1954, Duas Cidades possuía sede na Praça das Bandeiras, 40, 13 andar. Fundado e administrado pelo Frei Benevuto a livraria pertencia a Ordem Dominicana. Trabalhava com obras religiosas, principalmente teologia. Em 1957 mudou para rua Bento Freitas, 158 próximo ao curso de letras da USP abrindo espaço para outros temas como sociologia e ciências humanas. Em 1997 com a morte do dono a livraria começou a declinar perdendo espaço para as <em>megastores</em> e a decadência da região central. Finalizou o seu comércio e sua história em 2006.</p>
<p><strong>Alfa –</strong> Em 1968 o Brasil passa por uma grande revolução editorial. Verbas, parcerias com universidades e fundações são uma realidade onde as pequenas livrarias começam a ter dificuldades em administrar o seu negócio. A Alfa era um sebo localizado na rua José Bonifácio, 395. Seu dono Alexandre Obelenis, defendia um Decreto Federal de que um livro antigo não poderia sair do país, uma das poucas vozes que aclamava a cultura do livro.</p>
<p><strong>Horus –</strong> Em pleno período ditatorial, São Paulo abria as portas para uma livraria diferencial. Em 1970 nasce a Livraria Horus, especializada em esoterismo nacional e internacional. Localizado na rua Bela Cintra, era uma das melhores livrarias do Ocidente e oferecia consultas de tarot e runas. Em 1999 tornou-se uma livraria virtual.</p>
<p><strong><img class="alignleft size-full wp-image-3122" title="Belas Artes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/belasartes.jpg" alt="" width="202" height="139" />Belas Artes – </strong>Livraria pequena, discreta e super badalada. Com essas palavras resumimos o ideal de José Roberto Marinho que em 1981 inaugurou a livraria. Influência no nome ocasionado pelo cinema próximo, na avenida Paulista. Incorporou o estilo cinematográfico organizando debates com atores e diretores. Abriu uma filial no prédio da Secretaria de Cultura com o nome de Livraria Cláudio Abramo. Entrou em crise no início de 2000 com decadência da região central e o fechamento do cinema à época. Foi vendida em 2003 e logo foi fechada em 2006.</p>
<p>Só foi possível viabilizar este artigo graças ao incrível livro <strong>Pequeno Guia Histórico das Livrarias Brasileira</strong>s de Ubiratan Machado. Atelie Editorial. São Paulo Abandonada recomenda.</p>
<p><strong>A autora:</strong></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="48" align="left" valign="top"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/outros/ggc02.jpg" border="1" alt="Glaucia" width="80" height="80" /></td>
<td style="text-align: left;" width="438" valign="top"><a href="mailto: glauciagarciasp@yahoo.com.b"><strong>Glaucia Garcia de Carvalho</strong></a></p>
<p><em>Licenciada em História pela Universidade Guarulhos, é pesquisadora e professora da rede pública e particular em Guarulhos. Desenvolve trabalhos e projetos sobre patrimônio cemiterial visando à preservação e a identidade cultural. É co-fundadora da Associação Guarulhos tem História e da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (ABEC). É co-autora dos livros Guarulhos tem História  e Guarulhos: espaço de muitos povos .</em></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Só Cristo Salva o Seminário da Penha</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Apr 2010 21:58:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Na história da humanidade o patrimônio histórico se faz presente nas mais variadas manifestações arquitetônicas possíveis, desde as belas Pirâmides do Egito, até a Muralha da China, passando por maravilhas como o Cristo Redentor e até a Estátua da Liberdade.</p>
<p>Alguns monumentos não resistem ao tempo, sendo destruídos pela natureza como o Colosso de Rodes ou o Farol de Alexandria. Já outros monumentos são destruídos pela ação do homem que, na vil necessidade de mostrar sua ganância ou burrice colocam abaixo patrimônios da humanidade como os Budas do Afeganistão, destruídos pelos Talebans.</p>
<p>Em São Paulo, mais precisamente no bairro da Penha de França, um vereador, um monsenhor e uma imobiliária querem repetir o feito dos terroristas afegãos, colocando abaixo a belíssima construção que atende pelo nome de <strong>Seminário da Penha</strong>.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O SEMINÁRIO</strong></span></p>
<p>Construído no início da década de 1950, o antigo seminário foi inicialmente elaborado para ser um convento. Entretanto, devido ao seu tamanho grandioso optaram por transformá-lo em um seminário para os padres redentoristas. </p>
<p><img src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/hist_1959.gif" alt="" title="O Seminário em 1959" width="469" height="322" class="aligncenter size-full wp-image-2944" /></p>
<p>Na época de sua construção, o bairro da Penha se engajou completamente na iniciativa tanto com a mobilização de pessoal para a empreitada, como para a arrecadação de dinheiro que foi fundamental para a conclusão do audacioso projeto.</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/seminariopenha01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2853" title="Foto: Acervo Memorial Penha de França" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/seminariopenha01x.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A identidade do prédio com a Penha é impossível de ser dissociada. Já se vão alguns séculos que a Penha de França tem uma importante participação na história da cidade de São Paulo, especialmente no cunho religioso. O bairro é intimamente ligado à fé católica e só no alto da colina, na região mais central da Penha se encontram três igrejas, todas elas altamente significativas para a história de São Paulo e do Brasil. O seminário complementa esta ligação entre história e religião na Penha.</p>
<p>Foco de formação de muitos sacerdotes o seminário foi vendo seu público diminuir à medida que outros novos seminários foram sendo abertos pelo Brasil até que, quando começou a ficar ocioso foi desocupado pelos redentoristas, tornando-se sede da Administração Regional Penha (o que hoje chamamos de subprefeitura). O local foi ocupado pelo poder municipal por alguns anos, até que mudou definitivamente para uma parte mais afastada do bairro.</p>
<p>Com a saída da Regional Penha, o local ficou apenas um curtíssimo período de tempo vazio, sendo então ocupado pelo Hospital Nossa Senhora da Penha, que tornou-se seu inquilino por muitos e muitos anos. O hospital permaneceria no local até próximo de 2000.</p>
<p>Desde então o prédio encontra-se vazio, e nos últimos anos começou a circular no bairro a notícia de que o prédio do antigo seminário será vendido e demolido.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>SÓ CRISTO SALVA O SEMINÁRIO ?</strong></span></p>
<p>Segundo apuramos, a transação que colocará abaixo parte da história da Penha de França já está praticamente decidida. Para que o negócio seja fechado basta a alteração da ZEPEC específica do bairro, o que segundo muitos não deverá demorar a sair. Dizem pessoas próximas a igreja de que até a empresa de demolição já foi contratada.</p>
<p>Porém a história poderia (e ainda pode) ser diferente. Entretanto, o calvário da Penha é bastante tortuoso. Para saber mais sobre o antigo Seminário da Penha conversamos com a arquiteta Ângela Maria Calábria, Francisco Folco curador do <a href="http://www.memorialpenha.com.br/" target="_blank">Memorial Penha de França</a> e com o escritor e psicólogo José Morelli.</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/seminario01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2855" title="Foto: Douglas Nascimento - Agência SP Fotos &amp; Comunicações" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/seminario01x.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Segundo a arquiteta Ângela Calabria, o <a href="http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/conpresp/" target="_blank">CONPRESP</a> visitou o prédio do antigo seminário logo no início de 2009. A ideia da visita era para o órgão estudar o tombamento definitivo da área. Na época estiveram presentes o corpo técnico do CONPRESP e também foram convidados a ir ao local representantes do imóvel e interessados no tombamento.</p>
<p>Após a reunião todos ficaram animados com a preservação do imóvel mas o primeiro contato que pareceu ser tão animador logo esfriou e nada mais foi dito até que em 27 de outubro de 2009 ocorreu algo muito estranho: Uma nova comissão do CONPRESP voltou ao prédio do seminário, mas apenas pessoas interessadas na demolição do prédio e venda da área foram chamadas a participar. Em uma estranha visita ao seminário estiveram presentes o Monsenhor Calazans, o vereador Toninho Paiva além de representantes da construtora Stuhlberger. Os interessados na preservação que estiveram na visita anterior foram excluídos desta nova reunião, conclui Ângela.</p>
<p><em>Reprodução do jornal Gazeta Penhense confirma o que foi dito pela arquiteta Ângela Calabria, confiram:</em></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/gpenhense.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2857" title="Crédito: Gazeta Penhense" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/gpenhensex.jpg" alt="" width="318" height="500" /></a></p>
<p><em>Na primeira reunião, interessados na preservação do prédio foram chamados e ouvidos, como atesta outra edição do jornal Gazeta Penhense:</em></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/gazpen1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2859" title="Crédito: Gazeta Penhense" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/gazpen1x.jpg" alt="" width="500" height="395" /></a></p>
<p>Qual teria sido a razão de não os chamarem para uma outra reunião ? Fica a pergunta para CONPRESP responder.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>IGREJA DIFICULTA AÇÕES DE TOMBAMENTO:</strong></span></p>
<p>Segundo o curador do Memorial Penha de França, Francisco Folco, o seminário não é o único local que sofre ação da igreja. Ele conta que em 2004 houve uma iniciativa no bairro, liderada por católicos, em tombar a igreja Nossa Senhora da Penha e este pessoal inclusive procurou o Memorial para obter auxílio para a ação. Foi preparado um abaixo assinado que começou a ter grande número de adesões por parte dos moradores do bairro, até que houve o pedido (ou ordem) de um padre local para que a iniciativa fosse suspensa.</p>
<p>Folco completa dizendo que a iniciativa em não tombar um imóvel facilita que o mesmo fique largado, esquecido, e se deteriorando até que sua descaracterização seja grande e permita que a única solução seja derrubar o imóvel.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O NOVO SEMINÁRIO:</strong></span></p>
<p>Segundo o escritor José Morelli, mesmo com este prédio em perfeitas condições de uso, alguns anos atrás a igreja iniciou campanha arrecadatória para construção de um novo seminário mesmo tendo este a disposição. O prédio foi erguido e inaugurado na região do Itaim Paulista. Se fosse ocupado novamente o seminário poderia trazer uma grande movimentação na região, mas foi esquecido para que o novo fosse construído.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>QUEM COMANDA A PENHA NÃO CONHECE O BAIRRO:</strong></span></p>
<p>As maiores críticas dos moradores da Penha são dirigidas a subprefeitura da região. Segundo os moradores a Penha sofre com o descaso dos últimos prefeitos da cidade de São Paulo que entra mandato sai mandato só nomeiam subprefeitos que não tem nenhuma ou muito pouca ligação com a região.</p>
<p>O atual subprefeito da Penha, Cássio Freire é da região do M&#8217;Boi Mirim e entre os subprefeitos anteriores tinha até morador do Morumbi. Segundo estes mesmos moradores, é urgente a troca do subprefeito por alguém mais ligado ao bairro, com raízes penhenses e mais conectado aos anseios e problemas do bairro.</p>
<p>Em 29 de junho de 2009, o subprefeito da Penha esteve em visita ao Memorial Penha de França e prometeu lutar pela preservação do patrimônio histórico do bairro. Terá ele, como é comum entre os políticos, esquecido o que prometeu ? Sua visita ao Memorial foi coberta na época pela equipe do site São Paulo Abandonada &amp; Antiga e <a href="http://saopauloabandonada.com.br/subprefeito-da-penha-visita-o-memorial-penha-de-franca/" target="_blank"><strong>pode ser conferida clicando aqui</strong></a>.</p>
<p>A Penha não é de hoje que é tratada com desprezo pelos políticos. Marta Suplicy prometeu um grande parque aos penhenses e entregou um grande piscinão que é um belo esgoto a céu aberto. Em dia de sol o cheiro nada agradável do recreativo parque-esgoto chega até as dependências da estação do Metrô, isso sem contar que o local está sempre repleto de urubus atraídos pelo mal cheiro.</p>
<p>O desprezo também atinge já se vão muitos anos a região do Mercado Municipal da Penha, e a avenida Gabriela Mistral, especialmente na região próxima do Tiquatira sempre cheia de lixo, sujeira e com um algumas favelas em crescimento vertiginoso. Fica aqui a sugestão ao vereador Toninho Paiva que diz lutar pela Penha, preocupar-se menos com o seminário da Penha e cuidar das partes carentes do bairro. Falar e cuidar de patrimônio histórico é para quem entende.</p>
<p><strong>CONHEÇA O SEMINÁRIO DA PENHA (por dentro e por fora):</strong></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/seminario02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2862" title="Foto: Douglas Nascimento - Agência SP Fotos &amp; Comunicações" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/04/seminario02x.jpg" alt="" width="500" height="312" /></a></p>
<p>Uma das melhores maneiras de se confundir a população é escondendo ou manipulando a verdade. Isso era algo que se fazia muito bem no nazismo, ou para ser mais perto do brasileiro, durante o regime militar.</p>
<p>Como podem dizer que algo <em>&#8220;é um lixo&#8221;</em> por ai, quando na verdade é algo muito diferente disso ? Alguns interessados em ver o seminário no chão, andam dizendo que o prédio está acabado, caindo aos pedaços, irrecuperável. Mas se você tentar ir conhecer o seminário para tirar suas próprias conclusões, irá encontrar os portões fechados, tal qual na foto acima. O curioso é que trata-se de algo construído com a ajuda do cidadão penhense, mas ele próprio não pode entrar.</p>
<p>O São Paulo Abandonada &amp; Antiga conseguiu entrar em todas as dependências do imóvel e brinda o leitor com fotos externas, internas e dos detalhes decorativos do prédio. Ao invés de uma construção decadente como apregoa-se por ai, encontramos um prédio magnífico, de estrututa robusta, sólida e sem nenhum problema além de poeira e abandono.</p>
<p>Vejam as fotos e tirem suas próprias conclusões. E não se esqueçam de lembrar neste ano de eleição daqueles políticos que querem apagar a história da Penha. Não há lugar para estes na história, tal qual desprezamos aqueles terroristas que destruíram o Buda do Afeganistão.</p>
<p>Crédito das fotos abaixo: Eduardo Morelli &#8211; Acervo do Memorial Penha de França</p>
<p><strong>GALERIA 1 &#8211; FOTOS EXTERNAS:</strong></p>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e04.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e04tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e02.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e02tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e03.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e03tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e06.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e06tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e07.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e07tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e08.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e08tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e09.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e09tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e10.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e10tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e11.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e11tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e12.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e12tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e13.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e13tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e14.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e14tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e15.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e15tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e16.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e16tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e17.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e17tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e18.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e18tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e19.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e19tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e20.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e20tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e21.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e21tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e22.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e22tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e23.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e23tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e24.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e24tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e25.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e25tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/seminario_e26.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/externas/tb/seminario_e26tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
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<td>&nbsp;</td>
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<p><strong>GALERIA 2 &#8211; FOTOS INTERNAS:</strong></p>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i01.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i01tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i02.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i02tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i03.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i03tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i04.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i04tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i05.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i05tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i06.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i06tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i07.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i07tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i08.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i08tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i09.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i09tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i10.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i10tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i11.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i11tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
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<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i12.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i12tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i13.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i13tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i14.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i14tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i15.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i15tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i16.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i16tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i17.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i17tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i18.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i18tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i19.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i19tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i20.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i20tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i22.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i22tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i23.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i23tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i24.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i24tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i25.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i25tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i26.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i26tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i27.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i27tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i28.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i28tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i29.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i29tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i30.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i30tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i31.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i31tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i32.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i32tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i33.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i33tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i34.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i34tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i35.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i35tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i36.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i36tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i37.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i37tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i38.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i38tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i39.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i39tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i40.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i40tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i41.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i41tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i42.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i42tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i43.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i43tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i44.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i44tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i45.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i45tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/seminario_i46.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/internas/tb/seminario_i46tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>GALERIA 3 &#8211; DETALHES INTERIORES:</strong></p>
<table border="0" cellspacing="4" cellpadding="4" width="190" align="center">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d01.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d01tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
</div>
</td>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d02.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d02tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
</td>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d03.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d03tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d04.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d04tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d05.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d05tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d06.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d06tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d07.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d07tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d08.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d08tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d09.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d09tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d10.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d10tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
</td>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d11.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d11tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></div>
</td>
<td>
<div><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d12.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d12tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d13.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d13tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/seminario_d14.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/seminariodapenha/detalhes/tb/seminario_d14tb.jpg" alt="Fotos: Acervo do Memorial Penha de França" width="105" height="140" /></a></td>
<td></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Conheça o local através do mapa:</strong><br />
<iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;oe=UTF8&amp;num=200&amp;start=200&amp;t=h&amp;msa=0&amp;msid=112632828743414014508.0004612b26bdb4cc18824&amp;ll=-23.527227,-46.548847&amp;spn=0.001721,0.00228&amp;z=18&amp;output=embed"></iframe><br /><small>Visualizar <a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=pt-BR&amp;oe=UTF8&amp;num=200&amp;start=200&amp;t=h&amp;msa=0&amp;msid=112632828743414014508.0004612b26bdb4cc18824&amp;ll=-23.527227,-46.548847&amp;spn=0.001721,0.00228&amp;z=18&amp;source=embed" style="color:#0000FF;text-align:left">São Paulo Abandonada</a> em um mapa maior</small></p>
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		<title>O Abandono dos Postes da Light</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 12:48:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem transita pela região central de São Paulo não deixa de notá-los. Belos, altos e charmosos os antigos postes de energia da Light começaram a ser implementados na cidade de São Paulo em 1927, quando a companhia de energia fechou um contrato com prefeitura e governo do Estado para reformular a iluminação pública no município.
Com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem transita pela região central de São Paulo não deixa de notá-los. Belos, altos e charmosos os antigos postes de energia da Light começaram a ser implementados na cidade de São Paulo em 1927, quando a companhia de energia fechou um contrato com prefeitura e governo do Estado para reformular a iluminação pública no município.</p>
<p>Com o novo contrato a cidade dava um passo rumo a modernidade, deixando para trás a já antiquada iluminação feita por óleo de mamona, de baleia ou lampiões a gás. Alguns postes antigos foram adaptados a esta nova tecnologia, outros passaram a ser produzidos nas oficinas da Light para atender a demanda de uma cidade em crescimento.</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/postelight.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2526" title="Poste da Light - Praça da Sé" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/postelightx.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a></p>
<p>Com o tempo, os postes foram totalmente incorporados a bela paisagem da região central. Ao anoitecer, é impossível não notar a atmosfera elegante que seus pontos de luzes trazem para as ruas de nossa cidade, e os postes logo tornaram-se símbolos paulistanos.</p>
<p>A grande maioria destes ícones de ferro fundido ostentam ornamentos que glorificam a república brasileira, através do brasão de armas e outros, mais simples, mostram flores estilizadas em ferro.</p>
<p>Com o passar do tempo a Light não se fez mais presente na cidade de São Paulo, veio a estatal Eletropaulo e mais recentemente a AES Eletropaulo, já privatizada. Mas estas transformações não mudaram a rotina dos famosos postes de luz, que permanecem pelas ruas paulistanas.</p>
<p>Porém, estes símbolos da cidade estão em mau estado de conservação. Alvos de constantes atos de vandalismo e vítimas de uma manutenção pouco eficiente, é cada vez mais difícil encontrar um poste totalmente preservado.</p>
<p>A reportagem do site São Paulo Abandonada caminhou por uma extensa área da região central de São Paulo e fotografou 39 destes postes danificados. Os problemas vão de simples pontos de ferrugem a roubos de tampas e brasões.</p>
<p><strong>Nosso trajeto:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2527" title="Trajeto" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/trajeto.jpg" alt="" width="500" height="446" /></p>
<p>Para fazer a reportagem percorremos a pé o seguinte trajeto: Praça João Mendes, Praça da Sé, rua Boa Vista, rua São Bento, Praça Antônio Prado, avenida São João, Largo do Paiçandú, Praça Júlio Mesquita, Largo do Arouche, avenida Vieira de Carvalho, Praça da República, avenida São Luis, viaduto 9 de Julho, viaduto Jacareí, viaduto Dona Paulina e finalmente a Praça João Mendes de volta.</p>
<p>O resultado deste trajeto mostra o como está ineficiente a proteção destes postes que são símbolos de nossa cidade. Abertos, suas entranhas viram uma espécie de lixeira, pois em quase todos os postes que encontramos abertos havia lixo em seu interior, mesmo com diversas lixeiras próximas a disposição do cidadão.</p>
<p>Outros postes foram fechados com cimento por iniciativa de comerciantes, cansados de esperar pelo retorno da prefeitura. Em um dos casos, o dono de um bar esperou três anos pela prefeitura ou AES Eletropaulo vir tampar o buraco do poste. Cansado de ver o mesmo virar lixeira, fechou ele mesmo.</p>
<p>Outro poste, diante do imponente prédio da Secretaria da Fazenda, na avenida Rangel Pestana, simplesmente sumiu. Foi removido pela companhia de eletricidade há meses e nunca mais voltou. No seu lugar, apenas as marcas de que um dia foi um poste <em>(veja última foto da galeria no final do artigo)</em>.</p>
<p>Além da tampa que dá acesso a fiação, o Brasão da República é um dos alvos preferidos de furtos:</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/brasao.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2529" title="Clique para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/brasaox.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>A ousadia dos ladrões de bronze e ferro não se dá somente em locais de pouco policiamento. Até mesmo o poste localizado diante do Palácio Anchieta, a Câmara Municipal de São Paulo, foi alvo de vandalismo. Mesmo com vigilância policial 24 horas, quatro postes diante da instituição foram danificados.</p>
<p>Até mesmo os postes diante da Galeria Olido, local revitalizado pelo poder municipal e onde está localizado o DPH (Departamento de Patrimônio Histórico), não escaparam.</p>
<p>Mas quem pensa que apenas o vandalismo é culpado do péssimo estado em que se encontram os postes, engana-se. Em vários casos a culpa é da prefeitura, que demora para resolver os problemas ou simplesmente nunca atende as reclamações. Um comerciante da rua Xavier de Toledo que não quis se identificar reclama há cinco anos de um poste danificado na região e nunca obteve resposta.</p>
<p>No cruzamento da avenida Ipiranga com a avenida Rio Branco, bem no centro das duas vias,  um destes postes além de iluminar coloca um pouco de charme a região, mas está quebrado há meses. Dos três pontos de luz, um está arrancado, outro pendurado e apenas um funcionando. Um jornaleiro da avenida Rio Branco diz que já não se recorda mais quantas vezes reclamou para consertarem o poste <em>(fotos 12 e 13 da galeria)</em>.</p>
<p>Para a guia de turismo Vera Lúcia Dias é preciso que a manutenção destes postes seja frequente e eficiente. Segundo ela, há sete anos vem notando o estado de abandono que estes postes se encontram e neste período cansou-se de reclamar aos mais diferentes organismos, como a prefeitura, AES Eletropaulo e até mesmo a associação Viva o Centro. De suas reclamações, tudo permanece como antes. Ela ainda alerta que os turistas que circulam pela cidade, comentam o lamentável estado destes postes.</p>
<p><strong>Longe do centro na avenida Celso Garcia e raríssimo de encontrar, este poste centenário, virou uma lata de lixo (clique para ampliar):</strong></p>
<p><strong><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/celsogarcia.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2531" title="Foto: Douglas Nascimento - Agência SP Fotos" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/celsogarciax.jpg" alt="" width="375" height="500" /></a><br />
</strong></p>
<p>O síndico de um prédio da Praça da Sé, critica o serviço de zeladores da Associação Viva o Centro. Para ele, seria necessário que os zeladores trabalhassem 24 horas e não somente até a meia noite. Segundo ele, é na madrugada que ocorre os roubos de peças dos postes, letreiros de bronze dos prédios e até , pasmen, os interfones de alguns edifícios são arrancados.  O porteiro de outro prédio alerta que os mesmos vândalos que estão roubando as tampas de ferro e os brasões dos postes, arrancam os interfones de prédios que são feitos de alumínio.</p>
<p>Até quando veremos estes postes tão belos sofrerem com o vandalismo criminoso e o descaso público ? Porque não adotar algum material menos valioso para substituir as peças roubadas, evitando assim outras depredações ? O que foi feito com o poste da avenida Rangel Pestana que desapareceu ?</p>
<p>A maior vítima do vandalismo é a memória da cidade de São Paulo.</p>
<p>Texto e Fotos: <strong>Douglas Nascimento</strong><br />
Última foto da galeria: <strong>Fabio Campoi Martins Rosa</strong></p>
<p><strong>Confira a galeria abaixo com cerca de 38 postes danificados na região central (clique para ampliar):</strong></p>
<table width="190" border="0" align="center" cellpadding="4" cellspacing="4">
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes01.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes01tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
</div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes02.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes02tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes03.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes03tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes04.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes04tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes05.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes05tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes06.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes06tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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</tr>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes07.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes07tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
</td>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes08.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes08tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes09.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes09tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes10.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes10tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes11.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes11tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes12.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes12tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes13.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes13tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes14.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes14tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes15.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes15tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes16.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes16tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes17.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes17tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes18.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes18tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes19.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes19tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes20.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes20tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes21.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes21tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes22.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes22tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes23.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes23tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes24.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes24tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes25.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes25tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes26.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes26tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes27.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes27tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes28.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes28tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes30.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes30tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
</tr>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes31.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes31tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes32.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes32tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes33.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes33tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
</tr>
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<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes34.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes34tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes35.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes35tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes36.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes36tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
</tr>
<tr>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes37.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes37tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes38.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/postes38tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></td>
<td><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/viniciusrosa.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/postes/viniciusrosatb.JPG" alt="Foto: Vinícius Rosa" width="140" height="105" /></a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>Assinaturas famosas do primeiro século de São Paulo</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 17:36:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[São Paulo completou recentemente 456 anos e sempre que o aniversário da cidade se aproxima, uma série de reportagens interessantes surgem para falar de nossa adorada cidade.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo completou recentemente 456 anos e sempre que o aniversário da cidade se aproxima, uma série de reportagens interessantes surgem para falar de nossa adorada cidade.</p>
<p>Algo que nem sempre é mencionado com a atenção que merece são as personalidades que estiveram presentes na fundação da cidade, ou faziam parte do cotidiano da São Paulo de Piratininga em seus primeiros cem anos, quando a pequena vila dava seus primeiros passos rumo ao que seria a grande metrópole do século XXI.</p>
<p>Pensando nisso, o São Paulo Abandonada &amp; Antiga foi atrás de algo bastante inusitado: as assinaturas das pessoas famosas na época da fundação de São Paulo.</p>
<p>São pessoas que tiveram alguma importância para a fundação de nossa cidade ou que cujas histórias e vidas se cruzaram com a trajetória de São Paulo em seus primeiros anos. Alguns nomes são bastante conhecidos dos paulistanos, outros nem tanto, confiram:</p>
<p><strong>Afonso Sardinha, O Velho:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2488" title="Afonso Sardinha, o velho" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/affonsosardinha.jpg" alt="" width="523" height="171" /></p>
<p>Este nome histórico da saga paulista, foi utilizado por duas pessoas: pai e filho. A assinatura acima nos remete a Afonso Sardinha pai, conhecido também como &#8220;o velho&#8221;. Sua trajetória está intimamente ligada a história da capitania de São Vicente e de São Paulo de Piratininga. Português, sua data de nascimento e data de chegada ao Brasil é desconhecida.</p>
<p>Afonso Sardinha foi nomeado almotacel (espécie de fiscal do período colonial) em 1575  e nos anos de 1576 e 1577 seu nome surge como vereador. Além de homem da política paulistana foi um dos pilares da atividade econômica do século XVI (dono de fazendas, imóveis e minas) e da atividade militar.</p>
<p>Por muitos e muitos anos historiadores pensaram que Afonso Sardinha, o velho,  seria analfabeto pois sempre assinava com uma cruz de três hastes, entretanto este erro está sendo revisto e sua importância histórica, destacada.</p>
<p><strong>Afonso Nunes:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2489" title="Afonso Nunes - 1556" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/afonsonunes_1556.jpg" alt="" width="450" height="163" /></p>
<p>Não existem muitas informações sobre Afonso Nunes, exceto que fora almotacel em 1556.</p>
<p><strong>Amador Bueno, o aclamado:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2490" title="Amador Bueno, o aclamado" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/amadorbueno.jpg" alt="" width="450" height="273" /></p>
<p>Bisavô do conhecido bandeirante Amador Bueno da Veiga, Amador Bueno de Ribeira foi um paulista ilustre do século XVII que foi aclamado como rei de São Paulo pelo povo.</p>
<p>Sua aclamação surgiu em 1641, um ano depois de D. João IV de Bragança assumir o poder em Portugal.  Embora de iniciativa popular, a ideia de tornar Amador Bueno rei de São Paulo, foi uma manobra política de castelhanos que queriam enfraquecer o poder português, e viram nele &#8211; filho de um carpinteiro de Sevilha que mudou-se para o Brasil &#8211; a pessoa certa para isso.</p>
<p>Entretanto, apesar da origem espanhola de seu pai, Amador Bueno de Ribeira não deixou se levar e recusou a honraria reafirmando com sua espada erguida a lealdade ao Rei de Portugal após sessenta anos de união ibérica.</p>
<p>Ele foi pai de Amador Bueno, o moço, bandeirante avô de Amador Bueno da Veiga.</p>
<p>Faleceu em 1649.</p>
<p><strong>Antônio Raposo Tavares:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2512" title="Antônio Raposo Tavares" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/antonioraposotavares.jpg" alt="" width="450" height="185" /></p>
<p>Personalidade das mais conhecidas da história paulista, Antônio Raposo Tavares ,português de origem judaica e bandeirante paulista, expandiu as fronteiras brasileiras por terras espanholas e foi importante sertanista.</p>
<p>Sua chegada ao Brasil deu-se em 1618, junto com seu pai, Fernão Vieira Tavares, que foi designado capitão-mor governador da capitania de São Vicente. Com a morte do pai, Raposo Tavares decidiu mudar-se para o planalto, fixando-se na Vila de São Paulo, onde ocuparia diversos cargos públicos. Foi de São Paulo que partiria a sua primeira bandeira em 1628.</p>
<p>Faleceu em São Paulo em 1658, aos sessenta anos.</p>
<p><strong>Baltasar Nunes:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2492" title="Baltasar Nunes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/baltasarnunes.jpg" alt="" width="450" height="199" /></p>
<p>Figura importante do período da fundação da cidade de São Paulo, Baltasar Nunes foi porteiro e alcaide da Vila de Santo André, tendo sido nomeado em 1556 por Jorge Ferreira, capitão-mor de São Vicente.</p>
<p><strong>Brás Cubas:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2493" title="Brás Cubas" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/brascubas_1556.jpg" alt="" width="450" height="115" /></p>
<p>Fidalgo e explorador português foi fundador da Vila de Santos e governador da Capitania de São Vicente por duas ocasiões (1554-1549 e 1555-1556), alguns historiadores afirmam ter sido ele também fundador da cidade de Mogi das Cruzes. Natural da cidade do Porto, chegou ao Brasil em 1531 com a expedição de Martim Afonso de Souza.</p>
<p>Brás Cubas teve vários filhos e um deles, Pero Cubas, recebeu o título de alcaide-mor quando ele faleceu em 1592.</p>
<p>Não há nenhuma relação entre Brás Cubas e o personagem homônimo fictício de &#8220;Memórias Póstumas de Brás Cubas&#8221;, de Machado de Assis.</p>
<p><strong>Diogo Fernandes:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2494" title="Diogo Fernandes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/diogofernandes_1556.jpg" alt="" width="450" height="107" /></p>
<p>Escrivão da Câmara de Santo André em 1556.</p>
<p><strong>Fernão Dias Pais:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2495" title="Fernão Dias Pais" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/fernaodiaspaes.jpg" alt="" width="450" height="224" /></p>
<p>Nascido em São Paulo no ano de 1608, Fernão Dias Pais foi um bandeirante paulista. Também conhecido como &#8220;O Caçador de Esmeraldas&#8221; é juntamente com Antônio Raposo Tavares considerado o bandeirante de maior renome.</p>
<p>Realizou quatro importantes bandeiras nos anos de 1638, 1644, 1661 e 1674. Desbravador de terras incomparável, morreria na mata em 1681, de febre.</p>
<p><strong>Francisco Alves:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2496" title="Francisco Alves" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/franciscoalves_1556.jpg" alt="" width="450" height="133" /></p>
<p>Bandeirante paulista.</p>
<p><strong>Francisco Avel:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2497" title="Francisco Avel" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/franciscoavel_1556.jpg" alt="" width="387" height="133" /></p>
<p>Alcaide da Vila de São Paulo em 1556.</p>
<p><strong>Francisco Peres:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2498" title="Francisco Peres" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/franciscoperez.jpg" alt="" width="315" height="149" /></p>
<p>Alcaide e guarda-mor da Vila de São Paulo.</p>
<p><strong>Garcia Fernandes:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2499" title="Garcia Fernandes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/garciafernandes_1556.jpg" alt="" width="357" height="140" /></p>
<p>Procurador do conselho  em 1556.</p>
<p><strong>Garcia Rodrigues:</strong><img class="aligncenter size-full wp-image-2500" title="Garcia Rodrigues" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/garciarodrigues_1556.jpg" alt="" width="371" height="176" /></p>
<p>Vereador da Vila de São Paulo em 1555.</p>
<p><strong>Gaspar Nogueira:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2501" title="Gaspar Nogueira" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/gasparnogueira_1555.jpg" alt="" width="450" height="66" /></p>
<p>Escrivão da câmara da Vila de São Paulo em 1555.</p>
<p><strong>Gonçalo Fernandes:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2502" title="Gonsalo Fernandes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/gonsalofernandes_1556.jpg" alt="" width="300" height="117" /></p>
<p>Gonçalo (ou Gonsalo) Fernandes, era procurador do conselho em 1556 juntamente com Garcia Fernandes.</p>
<p><strong>João Fernandes:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2503" title="João Fernandes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/joaofernandes_1555.jpg" alt="" width="360" height="252" /></p>
<p>Procurador do conselho em 1555.</p>
<p><strong>João Galeno:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2504" title="João Galeno" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/joaogaleno_1556.jpg" alt="" width="400" height="140" /></p>
<p>Vereador da Vila de São Paulo em 1556.</p>
<p><strong>João Pires, O Gago:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2505" title="João Pires Gago" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/joaopiresgago.jpg" alt="" width="450" height="174" /></p>
<p>João Pires, cuja alcunha era &#8221; O Gago &#8220;, foi um fidalgo português nascido no Porto que veio para o Brasil em 1531. Povoador de Santo André da Borda do Campo, posteriormente se tornaria juiz ordinário da região e depois almotacel. Há indícios de que também teria sido um caçador de índios.</p>
<p><strong>João Ramalho:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2506" title="João Ramalho" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/joaoramalho_1556.jpg" alt="" width="450" height="149" /></p>
<p>Alcaide-mor de Santo André da Borda do Campo e posteriormente membro da câmara de São Paulo, João Ramalho é talvez uma das pessoas mais polêmicas e misteriosas da São Paulo do século XVI.</p>
<p>Pesquisando por seu nome é possível encontrar referências das mais distintas, como membro politico de Santo André e São Paulo, como por uma descrição que dizia: <em>&#8220;&#8230;João Ramalho, homem por graves crimes infame e excomungado.&#8221;</em>, acrescentando:  <em>&#8220;daqueles Ramalhos, árvore ruim e de pior fruto, foram os maiores males que a própria peste, a suscitar rancores&#8221;</em>.</p>
<p>Apesar disso, existem estudos feitos por aqueles que estudaram os jesuítas que, muitos dos atos que são atribuidos a João Ramalho não passam de hipóteses, sendo assim muito difícil de descrever sua verdadeira vida.</p>
<p>Alguns estudos apontam que sua chegada ao Brasil se deu entre 1512 e 1517. Sua origem em Portugal também é bastante imprecisa, tendo Pedro Taques afirmando que ele veio de Barcellos. Já Tomé de Sousa em carta de 1 de junho de 1553 afirma que Ramalho era natural de Coimbra. Por fim, alguns indicam Vouzelas ou Boucelas como também sua origem.</p>
<p>Supõe-se que ele era parente do Padre Manuel de Paiva, celebrante da missa do planalto em 25 de janeiro de 1554.</p>
<p><strong>João Rodrigues:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2507" title="João Rodrigues" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/joaorodrigues_1556.jpg" alt="" width="422" height="182" /></p>
<p>Foi procurador em São Paulo em 1555.</p>
<p><strong>Manoel Fernandes:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2508" title="Manoel Fernandes" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/manoelfernandes_1556.jpg" alt="" width="450" height="179" /></p>
<p>Vereador de São Paulo no ano de 1556.</p>
<p><strong>Manoel Ribeiro:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2509" title="Manoel Ribeiro" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/manoelribeiro_1556.jpg" alt="" width="450" height="247" /></p>
<p>Importante povoador paulista, assinatura de 1556.</p>
<p><strong>Paulo de Proença:</strong></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-2510" title="Paulo de Proença" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/02/paulodeproenca_1555.jpg" alt="" width="450" height="214" /></p>
<p>Foi juiz ordinário de São Paulo em 1555. Era genro de Brás Cubas.</p>
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		<title>Esquecimento ou desperdício ? Obra parada em São Miguel Paulista</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jan 2010 10:34:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Douglas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Diariamente o portal São Paulo Abandonada &#38; Antiga recebe denúncias dos mais variados tipos. Vão desde casas abandonadas a casos de descaso com o dinheiro público. No final do ano, quando as chuvas levaram o caos a região do Jardim Romano e Jardim Pantanal, nosso site recebeu a denúncia de moradores de um canal fantasma, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Diariamente o portal São Paulo Abandonada &amp; Antiga recebe denúncias dos mais variados tipos. Vão desde casas abandonadas a casos de descaso com o dinheiro público. No final do ano, quando as chuvas levaram o caos a região do Jardim Romano e Jardim Pantanal, nosso site recebeu a denúncia de moradores de um canal fantasma, do outro lado da linha do trem, inacabado há cerca de 5 anos e que eventualmente poderia estar ajudando ao escoamento de água e esgoto da região para o córrego Jacu.</p>
<p>Clique nas imagens para ampliá-las:</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu_01.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2294" title="Clique na imagem para ampliar." src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu_01tb.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p>Fomos até o local e nos deparamos com uma obra abandonada, inacabada. Uma espécie de via coletora que deveria estar finalizada mas que não está tendo serventia alguma.</p>
<p>Conversamos com pessoas vizinhas à obra e nos disseram que há muito tempo não foi feito mais nada ali e que estranham o fato de uma obra como esta ter sido deixada pela metade. O local, esquecido pelas autoridades municipais, tornou-se mais um depósito de lixo e entulho. Os moradores do entorno acreditam que o fato da obra estar escondida logo abaixo do viaduto contribui para o esquecimento, como diz um morador que não quis se identificar:</p>
<p>&#8220;<em>Este viaduto é como um tapete em casa de madame. A faxineira não quer que a sujeira apareça então deixa tudo debaixo do tapete para ninguém ver. É assim que vejo isto, todo dia eu acordo e olho para este canal fantasma e me pergunto se existe alguém sério no poder.&#8221;</em></p>
<p>As perguntas que ficam aqui são as seguintes:</p>
<p>Esta obra é desnecessária ? Se for desnecessária porque foi construída parcialmente com o dinheiro do contribuinte ?</p>
<p>A obra é útil ? Se sim, porque está há tantos anos parada ?</p>
<p>Enquanto isso, do outro lado da linha do trem, as pessoas sofrem com enchente e abandono.</p>
<p><strong>Vejam outras fotos do local e tire suas próprias conclusões:</strong></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu02.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2296" title="Fotografia: Douglas Nascimento" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu02tb.jpg" alt="" width="500" height="311" /></a></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu03.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2298" title="Fotografia: Douglas Nascimento" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu03tb.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu04.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2300" title="Fotografia: Douglas Nascimento" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu04tb.jpg" alt="" width="447" height="500" /></a></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu05.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2302" title="Fotografia: Douglas Nascimento" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu05tb.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu06.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2304" title="Fotografia: Douglas Nascimento" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2010/01/jacu06tb.jpg" alt="" width="500" height="375" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>VEMAG: uma fábrica que agoniza no tempo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 17:41:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Glaucia Garcia de Carvalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#8220;BRASILEIROS PRODUZINDO VEÍCULOS PARA O BRASIL&#8221;

Há algum tempo, nasceu uma nova tendência de abandono: o de patrimônio industrial. É um tema que deve ser estudado com mais afinco. É só ir aos chamados bairros operários que podemos ver diversas indústrias fechadas como o Leite União no Pari, a empresa de borrachas Orion e Cotonifício Paulista, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">&#8220;BRASILEIROS PRODUZINDO VEÍCULOS PARA O BRASIL&#8221;</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2192" title="A fachada da fábrica em seu tempo áureo." src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dkw-a_01.jpg" alt="" width="500" height="176" /></p>
<p>Há algum tempo, nasceu uma nova tendência de abandono: o de patrimônio industrial. É um tema que deve ser estudado com mais afinco. É só ir aos chamados bairros operários que podemos ver diversas indústrias fechadas como o <strong><a href="http://saopauloabandonada.com.br/usina-de-leite-uniao/">Leite União</a></strong> no Pari, a empresa de borrachas <strong><a href="http://saopauloabandonada.com.br/borrachas-orion/">Orion</a></strong> e <strong><a href="http://saopauloabandonada.com.br/cotonificio-paulista/">Cotonifício Paulista</a></strong>, ambas no bairro do Belém e algumas filiais das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo espalhadas por toda São Paulo. Isto sem contar as que foram recentemente demolidas, como o <strong><a href="http://saopauloabandonada.com.br/acucar-uniao/">Açúcar União</a></strong>, na Mooca.</p>
<p>O patrimônio industrial consiste em valor social, arquitetônico ou patrimonial. A representatividade histórica da indústria para a cidade e o desenvolvimento da sociedade através da sua localização, são pontos essenciais para pedido de tombamento do imóvel.</p>
<p>Um bom exemplo de patrimônio industrial abandonado é a antiga fábrica de automóveis DKW-Vemag. Com um olhar saudoso, os amantes dos motores dois tempos relembram a trajetória dos Candangos, Vemaguetes, Fissores e Belcar, esse último sendo a preferência entre os taxistas da época.</p>
<p>A antiga fábrica (ou o que restou dela) foi construída em uma área de 1.091.500 metros quadrados no início da década de 40. Com uma arquitetura audaciosa foi um dos maiores impérios automobilísticos brasileiro até a década de 60.  Está situada na Rua Vemag, 1036 no bairro de Vila Prudente, às margens do rio Tamanduateí. Muito próximo do Ipiranga, bairro que foi palco de um dos maiores acontecimentos de nossa história: O grito de Dom Pedro I proclamando a Independência do Brasil. Hoje quem grita e esforça-se para ter a história da Vemag preservada são os entusiastas zelosos, representados por vários proprietários de veículos e membros de clubes como o Três Cilindros.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>HISTÓRICO</strong></span></p>
<p>A Vemag iniciou suas atividades em 1945, sendo no início uma distribuidora dos automóveis Studebaker inclusive sendo esta sua razão social.  Esta empresa automobilística montava e distribuia para todo Brasil veículos das marcas, Massey Harris, Studebaker, Ferguson, Kenworths e Scania Vabis.</p>
<div id="attachment_2193" class="wp-caption aligncenter" style="width: 473px"><img class="size-full wp-image-2193" title="Vista aérea da fábrica." src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2009/12/vistaaerea_fabricaDKW.jpg" alt="" width="463" height="382" /><p class="wp-caption-text">Vista aérea da fábrica, em seu auge.</p></div>
<p>Na década de 50, o Brasil estava passando por diversas transformações políticas tendo como presidente Juscelino Kubitschek com o seu famoso lema “cinqüenta anos em cinco”. Isso se refletiu na indústria automobilística, pois seu governo criou o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA) e a Vemag foi a primeira fábrica que se beneficiou dos incentivos fiscais para a implantação de empresas de automóveis</p>
<p>O lema da Vemag era: &#8220;BRASILEIROS PRODUZINDO VEÍCULOS PARA O BRASIL&#8221;. A frase entrou para a história da indústria automotiva nacional, pois em 19 de novembro de 1956 era apresentada ao povo brasileiro a camioneta (ou perua) DKW-Vemag Universal, uma cópia do modelo fabricado pela Auto-Union, na Alemanha. Foi o primeiro veículo genuinamente nacional pelos parâmetros do GEIA, que não incluiu o Romi-Isetta, pois para ser considerado um carro de passeio o carro teria que possuir o mínimo de duas portas e quatro lugares</p>
<p>Em 1958 foram lançados o Jipe DKW-Vemag, posteriormente chamado Candango, o carro de passeio, posteriormente chamado Belcar e uma nova versão da camioneta DKW-Vemag, posteriormente chamada Vemaguet. Em 1964, a DKW Vemag faz uma grande inovação: lança um modelo diferenciado e avançado para  sua época. O DKW-Vemag Fissore, usando a base mecânica do Belcar mas com carroceria desenhada e desenvolvida na Itália. Seu design inspirou os BMWs do início da década de 70.</p>
<p><a href="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dkw1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-2195" title="Clique para ampliar" src="http://saopauloabandonada.com.br/wp-content/uploads/2009/12/dkw1x.jpg" alt="" width="500" height="284" /></a></p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>O FIM</strong></span></p>
<p>A Vemag teve um papel fundamental na história automobilística brasileira. A fábrica chegou a ter cerca de 3.500 funcionários em 1967, ano que teve suas atividades encerradas.</p>
<p>Na Alemanha em 1964, a Volkswagen comprou da Daimler-Benz metade de suas ações tornando-se um dos proprietários da Auto-Union, gerando uma grande preocupação para a Vemag quanto a renovação da licença para fabricar carros DKW. A Vemag resolveu reagir fazendo contatos com a Peugeot, Citröen e até mesmo a Fiat, mas nenhuma teve resultado positivo. No ano seguinte a Volkswagen acabou comprando a outra metade das ações tornando-se única proprietária da Auto-Union.</p>
<p>Em novembro de 1966, Lelio de Toledo Piza, presidente da Vemag, declarou a imprensa oficialmente que a Vemag associava-se a Volkswagen do Brasil. Ninguém sabia ainda, mas a Vemag estava partindo para o seu fim.</p>
<p>A Volkswagen do Brasil em setembro de 1967 assume a Vemag e também o compromisso de que não encerraria a produção dos seus automóveis, porém, seguindo uma tendência mundial a empresa alemã retirou do mercado os famosos motores dois tempos.</p>
<p>Após o encerramento da produção de veículos DKW, a empresa alemã continuou com a produção de componentes para abastecimento do mercado de reposição. Instalou seu departamento de desenvolvimento no antigo parque industrial da Vemag onde foram desenvolvidos alguns de seus futuros veículos: Brasília, Passat e até mesmo a primeira geração do Gol. A Fábrica 2 Volkswagen, como passou a ser conhecida, ocupou as instalações da Rua Vemag até a década de 80</p>
<p><span style="text-decoration: underline;"><strong>A DECADÊNCIA DO LOCAL:</strong></span></p>
<p>Sua instalação atual é o reflexo do descaso do patrimônio industrial brasileiro. A antiga fábrica que tanto brilhou no passado hoje agoniza em meio ao entulho e passa despercebida diante dos olhos da multidão que utiliza diariamente a estação de trem Tamanduateí, antiga Parada Vemag e o Shopping Central Plaza construído em uma grande área do complexo industrial margeando o rio Tamanduateí e a Avenida do Estado.</p>
<p>O que restou da fábrica foi o prédio principal onde residia o complexo administrativo e a linha de montagem. Suas portas e janelas foram emparedadas. Ruínas são uma realidade neste finado espaço automobilístico e futuras instalações da estação Tamanduateí do metrô.</p>
<p>A Vemag é uma herança patrimonial e é o reflexo do descaso público perante o abandono do imóvel.</p>
<p>O que resta é fazer uma viagem ao tempo. Em 2006, em comemoração aos 50 anos do lançamento do primeiro veiculo genuinamente brasileiro, a camioneta Universal DKW-Vemag, os vemagueiros reuniram-se em frente da antiga fábrica e relembraram a trajetória da indústria automobilística que nunca vai ser esquecida, mesmo correndo o risco de ser demolida a qualquer momento.</p>
<p>No sentido ao contrário que acontece no Brasil, a antiga fábrica da Auto Union, atual Audi com sede na Alemanha, cidade de Ingolstad, possui um museu com toda a história da marca, inclusive constando em seu acervo um modelo de fabricação brasileira. Reflexo de um país que sabe preservar e respeitar a memória automobilística.</p>
<p><strong>Veja abaixo fotos atuais da antiga DKW-Vemag (clique para ampliar):</strong></p>
<table width="190" border="0" align="center" cellpadding="4" cellspacing="4">
<tbody>
<tr>
<td>
<div>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_01.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_01tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="140" height="105" /></a></div>
</div>
</td>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_02.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_02tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_03.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_03tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_04.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_04tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_05.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_05tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
</td>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_06.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_06tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
</tr>
<tr>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_07.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_07tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="105" height="140" /></a></div>
</td>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_08.JPG"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_08tb.JPG" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
<td>
<div align="center"><a href="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_09.jpg"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/locais/dkw/dkw_09tb.jpg" alt="Foto: Douglas Nascimento" width="140" height="105" /></a></div>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>Confira o mapa do local:</strong><br />
<iframe width="425" height="350" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com.br/maps/ms?hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;t=h&amp;msa=0&amp;msid=112632828743414014508.0004612b26bdb4cc18824&amp;ll=-23.595217,-46.586688&amp;spn=0.003441,0.00456&amp;z=17&amp;output=embed"></iframe><br /><small>Visualizar <a href="http://maps.google.com.br/maps/ms?hl=pt-BR&amp;ie=UTF8&amp;t=h&amp;msa=0&amp;msid=112632828743414014508.0004612b26bdb4cc18824&amp;ll=-23.595217,-46.586688&amp;spn=0.003441,0.00456&amp;z=17&amp;source=embed" style="color:#0000FF;text-align:left">São Paulo Abandonada</a> em um mapa maior</small></p>
<p><strong>A autora:</strong></p>
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="500">
<tbody>
<tr>
<td width="48" align="left" valign="top"><img src="http://saopauloabandonada.com.br/imagens/outros/ggc02.jpg" border="1" alt="Glaucia" width="80" height="80" /></td>
<td style="text-align: left;" width="438" valign="top"><a href="mailto: glauciagarciasp@yahoo.com.b"><strong>Glaucia Garcia de Carvalho</strong></a></p>
<p><em>Licenciada em História pela Universidade Guarulhos, é pesquisadora e professora da rede pública e particular em Guarulhos. Desenvolve trabalhos e projetos sobre patrimônio cemiterial visando à preservação e a identidade cultural. É co-fundadora da Associação Guarulhos tem História e da Associação Brasileira de Estudos Cemiteriais (ABEC). É co-autora dos livros Guarulhos tem História  e Guarulhos: espaço de muitos povos .</em></td>
</tr>
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<p style="text-align: left;">Agradecimentos: <strong>Daniel Granja</strong></p>
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